sábado, 21 de Novembro de 2009

QUEM SE LEMBRA?

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quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

NOTÍCIAS DO INSTITUTO - FOTOS RECENTES (09.2009)

A colega Emília Barros esteve recentemente (Setembro 2009) no Lubando (em Sá da Bandeira) e visitou o "nosso" Instituto Comercial. Tirou algumas fotografias que se anexam para matar saudades e, a curiosidade dos mais ... curiosos.

domingo, 11 de Outubro de 2009

FUNDÃO 2009 - PELOS CORREDORES DA FESTA (2)

Fotografias enviadas por António Mateus e Rosa Martins

FUNDÃO 2009 - PELOS CORREDORES DA FESTA (1)

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

ENCONTRO DO FUNDÃO (04.10.2009) - O PASSEIO (2)

Fotografias enviadas pelo António Mateus e Rosa Martins

ENCONTRO DO FUNDÃO (04.10.2009) - O PASSEIO (1)

Aldeia de Monsanto

Serra da Estrela

ENCONTRO DO FUNDÃO - JANTAR DE DOMINGO (04.10.2009)

ENCONTRO DO FUNDÃO - ALMOÇO DE DOMINGO (04.10.2009)

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

ENCONTRO DO FUNDÃO - CRÓNICA DO BOM MALANDRO

Lx, 6 de Outubro de 2009

Crónica do Alambique de Ouro – Fundão

Caros Colegas/Amigos

Tendo em conta as minhas elevadas funções, como membro (afectivo) do triunvirato que agora cessa o mandato, comandado pela Generala Adelina Matos (esta malta anarquista precisa de mão forte (e inflexível senso), sem a qual nem se governa nem se deixa governar (bem hajas Adelina!), não me foi possível acompanhar todas as divagações do Grupo.

No entanto, não posso deixar de referir que na Erada, após o almoço de cabrito recheado de arroz (deslocarmo-nos tão longe para degustar cereal com bode!) e, por entre montes e serras bravias, quase como surgindo do nada, deparámos com uma pista de Karting, onde como opção da Generala, ficámos abandonados à sorte, eu, o impetuoso Mário Martins (mais conhecido como Very Nice) e o “budista” Amazonas. De capacete arreado até ao pescoço (difícil foi enfiar o capacete naquela cabeça avantajada) e após prévio reforço dos amortecedores e alargamento do carro de combate, eis que aquele colosso de Rhodes (os seus 130 kilos documentam por si), se faz à pista. Vendo aquele bólide disparado como uma flecha e com medo de serem esmagados por aquela fera indomável, todos os outros competidores (que pelos visos eram espanhóis) deixaram a pista livre aquele “pseudo” campeão…

O Very Nice, jura (pelo sangue da galinha) que atingiu a velocidade de 120 Km horários (fantasias de criança adormecida…), quando, o que nós presenciámos, foi uma velocidade média de dois Kms/hora (e estou a ser muito benévolo na mensuração), tendo em conta as vezes que foi necessário o comissário de pista (o nosso colega Zé Manuel – “Caçula”) empurrá-lo, devido às sucessivas paragens, porque o motor (mesmo previamente reforçado) não dava conta do recado… De qualquer forma, foi-lhe dada a bandeirada, terminando em 1º lugar, à campeão, sem adversários visíveis e invisíveis!

Na continuação do nosso passeio e entre oportunas e sábias intervenções da Generala, quer no domínio Histórico, quer na vertente da Natureza (parabéns pelo bom trabalho de casa), chegámos à aldeia de Monsanto. Fiz a subida ao castelo, acompanhado pelo Victor Couto, que desgastado pelo esforço e pelo calor, esbaforido, espumava e transpirava por tudo quanto era lugar e, finalmente, esparramado sobre a muralha granítica, ofegante e quase moribundo, dizia-me numa linguagem do outro mundo, por entre lágrimas de sofrimento expresso: Oh Aleixo, tenho que começar fazer ginástica, senão um dia morro (que verdade insofismável!)! Este desabafo de alguém abatido pela gordura sumptuosa, abafado pelo ventre inchado, deixou-me deveras taciturno e triste, sentimento que se prolongou e que me martirizou durante todo o restante encontro, como os restantes colegas puderam testemunhar…

Mas, para compensar esta angústia incómoda e reflexiva, nada melhor que o jantar e o baile no Alambique de Ouro?! E aqui, num cenário quase surrealista, com foguetório a condizer e casamento à mistura, os dotes de um famigerado cantor (já se tinha feito notar, timidamente, no autocarro) explodiram numa actuação soberba!

Entoando pela enésima vez a famosa cantilena “ O que é que você vai fazer no Domingo à tarde”, de joelhos, numa atitude piedosa e confrangedora, o Atanásio deu um espectáculo de uma qualidade nunca antes ouvida (de como não se deve cantar), com uma voz límpida, forte e, sobretudo, harmoniosa, de fazer inveja a qualquer tenor universal (coadjuvado, no autocarro, pelo não menos invulgar cançonetista Matos). No caso presente, diremos, com toda a justiça, que a cópia foi melhor que o original! Continua rapaz, que os “Óscares” não se farão esperar!

E entre merengues, tangos, outras melodias dançáveis e actuações invulgares de outros cançonetistas, a nossa colega “Cuca” (que raio de impropério!), indiferente a tudo e todos, tranquilamente, lia, relia e decorava a listagem dos autores e respectivas canções (milhares…) que compunham o acervo do “Disc Jockey”, para relembrar os tempos idos… Como há vidas exóticas! Só quase no fim da festa se lembrou que a festa era para dançar e aí deslumbrou com os seus bamboleios de dançarina convicta!

Termino, relembrando/anunciando que o próximo encontro terá lugar na zona do Oeste (Nazaré, Óbidos, Lourinhã…) e que estará a cargo de triunvirato (de novo, este modelo de organização?!), constituído pela Nela Abrantes, Cândida e ELizete. Em nome da organização, ficamos gratos pela Vossa colaboração,

João Carlos Aleixo

FUNDÃO 2009

... E como é bom de ver, também eu não podia esquecer... video

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

ENCONTRO DO FUNDÃO - AJUSTAMENTOS

Caros Colegas/amigos
Pequenos ajustamentos ao programa inicial:

Dia 3 de Outubro (Sábado)

- Almoço de cabrito recheado assado no forno, às 13 horas na Erada (e não Eirada, como por lapso se escreveu), aldeia no sopé da Serra da Estrela
- a curta distância do Fundão. Após o almoço, seguimos para a Serra da Estrela;

Dia 4 de Outubro (Domingo)

- Almoço na aldeia histórica de Monsanto às 13 horas, que vai constar de piquenique servido por especialistas na área da restauração.

Após a refeição, continuaremos o passeio por outras aldeias históricas em direcção a Idanha à Velha.

Inscrições:

Abaixo, relação das inscrições, até ao momento, dos colegas para o Encontro, onde se nota a ausência gritante da "gente do Norte" e, "os de última hora" que não sejam céleres, que o TGV não pára...
Atanásio, Sissi e Cuca;
Fátima Chambel;
Álvaro e Paula Frota;
Artur Matos e Esmeralda;
Alcina Porto;
António Mateus;
Mário Martins e Alzira;
Aguiar;
Madalena;
Ferreira da Silva;
Victor Mendonça e Arlete;
Maria João e Armando;
Málly e Álvaro Ferreira;
Armando Rodrigues Esteves;
António Nascimento;
José Lagoa;
Romy e Ludgero;
Glória Russo e Elizete Jardim;
Helder Braz
Manuela Abrantes;
Fatima Baltazar

Estamos juntos,

Adelina Chambel, Fernando Matos, João Carlos Aleixo

quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

PROGRAMA DO CONVÍVIO NO FUNDÃO

Colegas/amigos
Após diversas reclamações (algumas em tom fraternal que nos fizeram lacrimejar) por parte dos colegas/amigos, devido à escassa informação disponível (de que pedimos desde já as nossas sinceras desculpas), apresentamos agora o famigerado programa (abaixo) do encontro com o respectivo preçário.
Como já fizemos referência no anterior "e-mail", a estadia terá lugar no Hotel Alambique do Fundão (que dispõe de óptimas instalações e circunstancial a condizer - consultem o respectivo "site" se dúvidas tiverem) e a gastronomia (as reclamações serão omissas por defeito, pois a qualidade é inquestionável) terá a tónica local, como não poderia deixar de ser.

A Vossa presença, bem como a boa disposição, serão outros dos ingredientes essenciais para que o convívio tenha o sucesso das outras realizações anteriores.

Despeçam-se da rotina, da vizinhança, do cão, do gato, do papagaio e venham à festa - tragam apetite, alegria e o molejar dançante do corpo - e deixem o resto por nossa conta.

NOTA IMPORTANTE:
As reservas para o encontro deverão ser enviadas para o endereço electrónico do Instituto: instituto.sadabandeira@gmail.com, até ao dia 25 de Setembro, imperetrivelmente, por questões de logística.
Por favor, contactem os colegas que porventura não tenham endereço electrónico ou a quem a informação não tenha chegado e incentivem-nos a aparecer.
Atentamente,
Adelina Matos
Artur Matos
João Carlos Aleixo

PROGRAMA:

Dia 2 - Sexta Feira - Programa não oficial
Dormida no Hotel Alambique e jantar à lista (para quem quiser) no respectivo Hotel
- pagamento por conta do próprio
Dia 3 - Sábado - programa não oficial
Almoço na Eirada às 13 horas (aldeia a poucos quilómetros do Fundão) - cabrito assado - inclui vinhos, digestivos, sobremesa, etc. - preço de 28,00 euros por pessoa - Saída do Hotel Alambique do Fundão às 12 horas
Dia 4 - Domingo - Programa oficial
Almoço (Piquenique em S. Pedro Vire à Corsa, perto da aldeia de Monsanto - será servido por uma empresa especializada na aldeia de às 13 horas)
- Saída do Hotel às 9 horas - preço de 22 euros por pessoa.
Se a metereologia o não permitir haverá programa alternativo, possivelmente almoço em restaurante.
Jantar no Hotel Alambique do Fundão às 20:30 horas, seguido de baile até o sol raiar - Preço 35,00 euros

Dia 5 - Segunda Feira - Adeus, que já me vou embora.

Hotel Alambique - PREÇO DOS QUARTOS:

- Quarto single - 42,50 euros por noite

- Quarto duplo superior (Nível I) - 62,50 euros por noite

- Quarto duplo superior (Nível II) - 70,00 euros por noite

- Autocarro (para as deslocações ao almoços do cabrito, do piquenique e passeio pela Serra) - 10 euros

A estadia no Hotel será paga na respectiva recepção na hora da saída e as restantes despesas serão dsembolsadas nos locais dos eventos à Comissão de Festas.

quarta-feira, 15 de Julho de 2009

PROGRAMA PARA O CONVÍVIO DE OUTUBRO 2009

Caros Colegas (Mukamba )

Cumpra-se ….. democraticamente

Como nota prévia, as nossas desculpas (que se prendem com razões logísticas) por só agora podermos anunciar o programa das festas da habitual confraternização que este ano terá lugar no Fundão nos dias 3 a 5 de Outubro do ano corrente (programa abaixo).

Como sabem, temos a missão de visitar as cinco partes do Mundo (nem o Camões conseguiria tal feito) para que todos os colegas que estão espalhados pelos confins do Universo (Terreno e Celestial) possam comungar e partilhar destes momentos de amizade e sã convivência. Assim, desta vez, iremos respirar o ar da Serra, saborear a gastronomia beirã e visitar algumas aldeias históricas, tentando, desta forma, contribuir para uma melhor qualidade de vida, na senda do que já havia acontecido no ano passado com a visita às termas de S. Pedro do Sul (houve colegas que rejuvenesceram pelo menos 20 anos e esperamos que se repita a dose - temos a impressão que alguns irão aparecer de cueiros) - os colegas acantonados pelo Norte do País não inventem desculpas, pois o Fundão é já ali!

Portanto, esqueçam as vossas preocupações rotineiras com as imparidades (esta palavra faz-nos pensar, deveras, nas relevações e metafísicas contabilísticas), com as minudências das autoavaliações dos professores (sacrossanta ministra) e outras perturbações mundanas.

Colegas, é sempre uma oportunidade única a alegria de um reencontro, o abraço a alguém deslocado no tempo, a palavra amiga não ouvida diariamente, o pé de dança já esquecido... Todos ainda seremos poucos para festejar! Traz mais um colega, um amigo, procura-o, incentiva-o, vem "brincar" connosco!

Não deixem para amanhã o que podem (pensar) resolver hoje, não inventem tergiversações de última hora e aperaltem-se para a festa de arromba - esperamos-vos de braços (e alma) abertos! Amanhã, vou acender uma vela à Muxima...

As respostas devem ser enviadas para: instituto.sadabandeira@gmail.com. Para outras informações devem consultar o site:

http://institutosadabandeira.blogspot.com/

Programa (Projecto)

Para informação, aqui fica o sugestivo programa:

Sábado, dia 3 de Outubro - (Facultativo)

- Almoço de um cabrito “divinal”, subida à Serra da Estrela, descida a Belmonte e provavelmente uns petiscos.

Domingo, dia 4 de Outubro (Programa Oficial)

– Saída para as aldeias históricas, designadamente Monsanto (estamos a fazer os possíveis para ter uma visita guiada), depois seguiremos para Idanha a Velha (possívelmente também com visita guiada) onde está previsto um piquenique sobre uma ponte romana (se a metereologia o permitir). Regresso ao Hotel e para quem quiser há piscina, jogos, massagens e um bom òòó. À noite o jantar "solene" e a festa explosiva até o sol raiar.

Segunda, 5 de Outubro – Regresso

Os colegas ficarão instalados no Hotel Alambique no Fundão que dispõe de piscina interior aquecida e exterior a uma temperatura óptima, dependendo da época do ano; massagens; jardim exterior do resort; a Serra da Estrela e a da Gardunha em pano de fundo da paisagem e o vale da Cova da Beira no embalar dos encantos……. O restante fica para o imaginário de cada um …. Nem que essa imaginário seja a Tundavala ou a Serra da Leba.

Desenvolvimentos financeiros:

O preço dos quartos + luxuosos e dos outros, atendendo à estadia por 3, 2 ou 1 noite, sempre com pequeno almoço incluído, com um excelente "petit dejeuner" oscilará entre os 45 e 60 euros por quarto/noite..Os restantes valores para o orçamento global surgirão proximamente, bem como referências ao local de encontro, horários, etc.

Nota muito importante: Brevemente, teremos os preços confirmados para tudo quanto constitui encargos financeiros do programa do encontro, relembrando sempre que os proveitos superam os encargos e são de difícil quantificação, o que implica um Resultado com LUCRO assegurado.

E sem mais delongas,

Adelina Chambel

Fernando Matos

João Carlos Aleixo

IMAGENS DO FUNDÃO

segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

ENCONTRO DE S.PEDRO DO SUL - PASSEAR, COMER E ... FARRAR.

Imagens enviadas pelo José Humberto Freitas

ENCONTRO DE S.PEDRO DO SUL - PASSEAR, PASSEAR E ... PASSEAR

Fotografias tiradas pelo Fernando Pinto

CRÓNICA DAS TERMAS ANUNCIADAS

Encontro de 2008 – S- Pedro do Sul

Pois é, caros colegas, este encontro foi uma viagem ao futuro (que para alguns já é presente), uma verdadeira fonte de rejuvenismento, da aprendizagem da arte de bem comer e beber e da (potencial) recuperação física do corpo e da alma (sim, porque a alma também tem corpo?!), através de banhos (paradisíacos?!) naquelas águas sulfídricas, e porque não dizê-lo, pútridas e mal-cheirosas (felicidade a quanto obrigas). Para alguns, o simples lavar de mãos naquele líquido cavernoso, operou verdadeiros milagres (há saída do Hotel, reparei que nos cestos do lixo, “jaziam”, inertes, enxertos ortopédicos, próteses dentárias, muletas e quejandos, de modo que as bagageiras dos colegas estavam repletas de tudo quanto era cremes, sabões, champôs, e quejandos... Tudo a bem de uma potencial juventude e quiçá imortalidade!

E como estão transmudados os meus colegas desde a última jornada: O janota do Fernando Matos apareceu vestindo umas calças brancas e camisola vermelha, calçando uns sapatos vermelhos (a condizer) e meias de descanso (uns colegas afirmavam que eram de vidro, mas para mim são detalhes despiciendos, porque o importante é que trajava meias), para gáudio dos benfiquistas (e porque não dos sportinguistas), tendo em conta aquele equipamento original (com o detalhe das chuteiras vermelhas, “JC”! Este “JC” intriga-me até hoje!). Outro, optou pelo retiro espiritual e venerando cada vez mais Baco e os prazeres desmedidos da solene gastronomia, converteu-se no “Buda Amazonas” (na forma e no conteúdo) que uns quantos seguidores idolatram e veneram! Há quem, em contraponto, se tenha dedicado ao estudo e descoberta de remédios miraculosos (que não água termal) para os excessos cometidos pelos colegas nestes encontros e os salve de uma potencial “caganeira”... (desde já, agradecido, Dr. Artur Matos – espero um destes dias fazer-te uma visita de cortesia, para consulta preventiva...). Outros há, que devido ao seu constante dinamismo (hoje, estas pessoas são denominadas hiper-activas), nas “horas mortas” (nunca compreendi bem esta expressão) se dedicam à “jogatana”, designadamente ao bilhar e que não contentes com o seu desempenho (ouvi dizer, que de uma mediocridade a roçar o péssimo, mas que se julgam campeões) me ousam convidar para um duelo, a mim, um ex-profissional (com provas dadas) e formado em Academia ainda por inventar – um recado ao Cachiço: vai treinando meu filho, vai treinando, que só pela forma como colocas as mãos no copo do uísque (aí sim, um dinamismo sem precedentes) demonstras que não tens qualquer perfil de homem do taco – como ousas desafiar-me, a mim, um campeão de vitórias inquestionáveis no Mundo e arredores? Não posso ainda deixar de referir, o progresso de algumas colegas na dança: elas inventam passos, volteiam arrebatoras ao ritmo da música, domesticam o seu parceiro a bel-prazer (possivelmente, como consequência directa dos efeitos regeneradores dos auspiciosos banhos termais), enquanto outras continuam cada vez mais agarradas às cadeiras da contemplação...

E, sinceramente, valeu a pena “contemplar” aquele “tocador”, que se apresentou discretamente como um trovador tipo “Tom Jobim”, mas que depressa se confundia (e nos confundiu) nos passes de viras, merengues, sambas, tangos, valsas (e sei lá mais o quê), acompanhado pelo assessor “desdentado” mas de bom humor: Não fora a pronta intervenção do nosso colega (não me recordo do nome) na percussão e não se teria iniciado o baile... Bem hajas, Vasconcelos, pela escolha do dueto inenarrável! (O vocalista, no fim, até já perorava de tanta felicidade, pois nunca tinha tido semelhante plateia!)

Mas, pese a música “afinada”, (adequada, sem sombra de dúvida, ao desempenho dos dançarinos), uma palavra de agradecimento pela organização do evento ao Vasconcelos – Tudo estava no seu lugar, no momento e ritmo certo, na hora oportuna! O nosso colega, sempre discreto (como é seu timbre), com um lápis (possivelmente seria uma caneta,) e um simples papel, controlou todo o processo com uma eficácia (ainda não consagrada nos manuais de Finanças/Planeamento e Controlo) de fazer inveja! E tudo no silêncio dos Deuses!

Antecipadamente, tinham-me referido que o rapaz não dominava a informática, mas desta forma tão sublime e desenvolta, para que precisa de computadores? Para que necessitava dos restantes organizadores (os irmãos Couto – alguém os viu na assessoria)? Estes, possivelmente, por se julgarem inúteis, auto excluiram-se das tarefas...O Victor Couto, ainda o vislumbrei na “assessoria” ao Buda, enquanto a irmã não parava de indagar onde eram as fontes da água termal...

Bem, para o ano, a organização do encontro está ao cargo da Adelina e do Artur Matos, com a assessoria (?!) deste subscritor (mais uma vez), e que à partida ocorrerá no Fundão. Até lá,

Um abraço, João Carlos Aleixo

sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

MALTA JÁ INSCRITA Inscreve-te também! Atenção, é já dia 27 de Setembro de 2008 Adelina Maria Galo Chambel Álvaro Frota Ana Adelaide Couto Ana Maria Correia de Freitas André Lopes António Correia Mendes António José do Nascimento António Luís Aguiar António Mateus Silva Artur Gomes G. de Matos Carlos Matias Esmeralda Maria Brumido Fernando Dinis Guimarães Fernando gomes Pinto Fernando Matos Francisco Manuel Matos Francisco Neto Glória da Piedade Carvalho Helder José Mendonça Brás Helder Pinto Correia Horácio Gomes Fernandes João Atanásio e Cissi João Carlos Aleixo José António Alves José Vasconcelos José Humberto Correia José Luís Cachiço José Ferreira de Silva Ludgero Martins Luís Cristóvão (Goiaba) Maria Augusta Ferreira Maria de Fátima Chambel Maria Pinto Homem Maria Manuela Costa Maria Teresa Santos Mário João Caldeira Rosa Maria Isidoro Martins Salomé Dias Victor Couto AUMENTA A LISTA!!!

quinta-feira, 17 de Julho de 2008

PROGRAMA ENCONTRO 2008

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CONVÍVIO 2008

TERMAS DE S. PEDRO DO SUL

HOTEL DO PARQUE

www.hoteldoparque.pt

Telef: 232 723 461

PROGRAMA

Dia 27-09-2008 SÁBADO
11.00H – RECEPÇÃO NO HOTEL DO PARQUE
13.00H – ALMOÇO - RESTAURANTE “ A TARANTOLA” – CERCOSA – (VOUZELA)
16.00H - VISITA AO CARAMULO E À SENHORA DO CASTELO
19.00H – REGRESSO AO HOTEL
20.30H – JANTAR NO HOTEL E FARRA ATÉ AS QUINHENTAS COM MÚSICA AFRICANA
COTAÇÃO:
- ALMOÇO – 15,00€
- ALOJAMENTO C/ PEQUENO ALMOÇO E JANTAR
EM QUARTO DUPLO – 40,00€
POR PESSOA (SUPLEMENTO SINGLE 20,00€). SÓ JANTAR – 20,00€
DIA 28-09-2008 - DOMINGO
13,00H – ALMOÇO NA ESTALAGEM NOBRE - CAVEIRÓS DE CIMA (VOUZELA)
VALOR : 15,00€
NOTAS:
1 – ESTÁ PREVISTO O ALUGUER DE UM AUTOCARRO COM PARTIDA NO DIA 27-09-2008 PELAS 7,00 HORAS (FRENTE À CHURRASQUEIRA DO CAMPO GRANDE) COM REGRESSO NO DIA 28-09-2008 E CHEGADA PREVISTA PELAS 19,00HORAS
CUSTO POR PESSOA - 20,00€
2- OPÇÃO PARA QUEM QUEIRA IR NO DIA 26-09-2008 (SEXTA-FEIRA)
CUSTO DE ALOJAMENTO C/ Pequeno-almoço
QUARTO DUPLO – 65,00€
QUARTO SINGLE – 45,00€
3 – PRAZOS DE INSCRIÇÃO E PAGAMENTOS
TODAS AS INSCRIÇÕES (ainda que provisórias) DEVEM SER FEITAS O MAIS RÁPIDO POSSIVEL PARA : instituto.sadabandeira@gmail.com,
OS PAGAMENTOS DEVERÃO SER FEITOS NO MILLENIUM BCP, ATÉ AO DIA 10-09-08
CONTA Nº 45360265492
NIB: 003300004536026549205
QUALQUER ESCLARECIMENTO PODERA SER SOLICITADO, ATRAVÉS DO EMAIL REFERIDO OU CONTACTO TELEFÓNICO:
JOSE VASCONCELOS - 00 351 91 756 47 01 ( a partir das 15,00 horas)
VITOR COUTO - 00 351 91 72 12 701
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quinta-feira, 10 de Julho de 2008

ANO NOVO ... NOVO CONVÍVIO

Calma, NADA está esquecido, muito em breve surgirão aqui novidades
Os preparativos estão em andamento.
Façam o favor de (re)começar a ganhar o hábito de vir até aqui.

quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

BOM NATAL ... BOAS FESTAS e um BOM ANO 2008

Saúde para todos e, vá lá, ... mais algum dinheirinho
São os votos da Madalena

sábado, 13 de Outubro de 2007

COLABORADOR(A)ES ... PRECISAM-SE !!!

Estamos mais ricos.
Estamos a crescer.
Como já devem ter percebido, a Fernanda Couveiro é uma das mais recentes colaboradoras de entre outro(a)s que se espera venham a surgir.
Como se disse no ultimo encontro em Aveiro, não é preciso mais do que indicar para o email a vontade em ser colaborador(a) entendendo-se como tal, a vontade em, de vez em quando (quando apetecer ou houver alguma coisa a dizer ... avisar ... anunciar ... divulgar ... contar ... recordar ... ) darem um "arzinho" da vossa graça como muito bem entenderem. A partir do momento do vosso pedido, surgirá esse convite para colaboradores no vosso email e, nada mais terão que fazer que não seja ... aceitar!!
Só assim, repartindo tarefas e, fundamentalmente, o tempo por todos, poderemos continuar a manter esta chama que iniciámos em terras angolana.
Espera-se portanto que, a partir deste "arranque" dado pela Fernanda, possamos vir a contar com mais colaboradores de todos os cantos do mundo de forma a ocuparem este espaço que é de todos, com tudo mas mesmo tudo, que nos possa dar na real gana e quisermos partilhar em voz alta.
APAREÇAM
ah, é verdade ... já me esquecia ... Não haverá mais ninguém que queira enviar para o email mais algumas fotografias do encontro de Aveiro?
Madalena

segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

PASSEIO (FOTOS - 29.09.2007 em Aveiro)

À porta da Estalagem (1) À porta da Estalagem (2) 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 -

segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

ALMOÇO (FOTOS - 29.09.2007 em Aveiro)

1 - 2 - 3 - 4 -
5 - 6 - 7 - 8 -

JANTAR (FOTOS - 29.09.2007 em Aveiro)

1 -2 -

BAILE (FOTOS - 29.09.2007 em Aveiro)

1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 -

PENSO EU DE QUE ...

Lisboa, 1 de Outubro de 2007 Queridas e queridos colegas: É a primeira vez que escrevo para o dito “blogue”, mas como tenho à partida a amizade e compreensão antecipada dos colegas, pela possível e indisfarçável estultice (próprio da idade e dos que ousam ilustrar o Mundo com tonalidades nem sempre racionais), decidi-me, apresentando, desde já, as minhas desculpas por qualquer excesso de linguagem ou ironia. Como não poderia deixar de ser, quero agradecer, antes de mais, à Madalena (creio que em nome de todos, embora não esteja mandatado para tal – isto de se mandatar sem conhecimento dos outros, tem muito que se lhe diga), pela excelente organização do evento, bem como ao seu excelentíssimo marido a ajuda prestada (quer como informático esmerado na criação e desenvolvimento do “blogue”, quer como motorista desenvolto e guia inigualável), pesem algumas atribulações de circunstância, que como é da praxe, não poderia deixar de assinalar, não fosse eu um Gabelense convicto e originário do mato desmesurado... Logo que cheguei ao cais de embarque (que pelos vistos se tinha mudado à última hora para um porto desconhecido, algures na cidade, próprio para cruzeiros transatlânticos), reencontro um colega curvado e arqueando sob o peso de uma enorme pasta (daquelas que usavam os guarda-livros – que palavra horrorosa - e que agora qualquer auditor ou consultor ostenta como complemento do seu intelecto), pensava eu, repleta de cebolas que possivelmente havia comprado na feira ali ao lado - a vida está difícil e como tal a feira (do tal mercado paralelo) sempre vai dando um jeito à vida, apesar das ASAE, dos senhores da Administração Fiscal e economistas de renome, sempre vai ajudando a populaça! Mas caros colegas, enganei-me redondamente: a dita pasta que me foi dada à guarda, portava no seu interior (para meu espanto), preso, amarrado e partilhado (esquartejado) em diversas unidades, o “Divino”, esse mesmo, o Demiurgo, fruto de tantas cogitações e interrogações do Homem ao longo do tempos (venero aqui, com a maior das humildades, os diálogos translúcidos e opacos no café “Combinado” dos já vestutos intelectuais da comarca daqueles tempos imemoriais, o Dinis e o falecido Abrantes, entre outros), indefeso e vendido à minha pessoa pela módica quantia de 15 aéreos, mas com dedicatória exclusiva (“Pela solidariedade demonstradas...” Também pudera, transportar aquele embrulho até ao cais, não foi brincadeira, caro colega)! Nunca pensei que o sagrado e indizível “Divino” pudesse um dia ser comercializado, e eu, um dos felizes contemplados! Agora sim, serei mais afortunado (e se puder ser, imortal), pois acabo de conhecer Deus! Entretanto, a Madalena, andava mais perdida que cego em tiroteio, dadas as mudanças do local de embarque (ainda há colegas encalhados até à hora em que escrevo este memorandum) e recrutou-me para co-piloto (contra a minha vontade) para encontrar colegas perdidos... Não sei quantas viagens fiz entre o ancoradoiro pré-destinado e o tal cais dos transatlânticos, nem quantas chamadas atendi no telemóvel da Madalena (pavonearam-me com epítetos como “Leninha” e outras desconsiderações que agora não vêm a propósito), mas fiquei a conhecer Aveiro como os calos das minhas mãos! Depois, foi aquela viagem marítima que nunca mais acabava – mas que escolha inusitada – e, não fora aquela suculenta merenda, acompanhada daquele líquido dionisíaco e, sinceramente, mais valia termos ido a pé! O comandante do transatlântico bem se esforçava por nos informar das vertentes comercias e industrias de Aveiro, que resplandeciam ao nosso olhar, mas a malta queria era queijo, broa, salpicão e muito do adorado tinto que devassavam os estômagos famintos e a alma sedenta de convivência angolana! Bem, veio a almoçarada da praxe, e logo se apresentou à mesa o meu distinto colega de turma, Carlos Simões Ferreira (que vive em Luanda), que como nos tempos idos, me voltou a contar as histórias repetidas de onças, leões, hienas, palancas e quejandos (o seu pai era guia de safari), mas agora “aconchegada” de gibóias e laços de gibóias e não sei o quê mais, perante o meu olhar de espanto (sempre o espanto, às coisas simples!!!) e incredulidade! E para que tudo estivesse no seu lugar, um colega conhecedor profundo da novel botânica Angolana, acrescentou (na maior das verdades evangélicas, que já ouvi até hoje), que o dendém (???!!!!) dos embondeiros tinha mil aplicações e que o turismo seria a pedra primordial (será que ouvi pedra lapidar???!!!) para o desenvolvimento do país... Como deve estar mudada Angola - os chineses devem saber explorar o dendém dos embondeiros, melhor que ninguém! Mas toda esta verborreia desconcertante sobre “a nossa terra”, tem como atenuante a ingestão da tal bebida espirituosa lusitana! Estão todos perdoados e desculpados das incúrias e ilustrações de uma Angola ainda por inventar! A propósito, o Simões e o André, bem nos podiam ter presenteado com um licor de “marufo” ou com umas “camangas” – Acreditem que a felicidade seria eterna e a gratidão imortal! Mas os malandros, nada, apenas me trouxeram saudades daquela terra... Como são egoístas! E, já no regresso, perdido entre salas de baile, salas de jantar, corredores extensos do excelsior transatlântico (que me levaria a Luanda, pensava eu), encontrei uns batoteiros de outrora (que fomentavam as suas actividades mafiosas ali, para os lados da pensão Bicuar, Dória, Central, Liz e outras, só equiparáveis aos Casinos de Las Vegas, Macau ou Lisboa) que me levaram para aquela magnífica sala de jogos (situada no convés, ao lado da piscina olímpica, onde as nossas colegas mostravam os seus atributos físicos, dignas de “misses” Mundo - lembram-se da Riquita de Moçâmedes), onde me queriam “depenar”... Enrolaram-me numa bandeira (não sei se lusitana ou angolana) e só recuperei os trunfos quando embati com a cabeça no tecto do quarto esconso da água furtada, que me fizeram o favor de reservar na tal espelunca (nem a pensão Liz, lugar inóspito e desleixado, propriedade do pai do Hélder Braz, onde estive hospedado, ousaria tanto – Obrigado Madalena, pela escolha do quarto que me reservaste como apartamento! Estou a pensar em pedir uma indemnização à organização do encontro). Quando desci, ainda semi-acordado pela pancada, já se ouvia soar a música na “discoteca” da albergaria!E aí é que foi – Puxa para cá, puxa para lá – todos dançavam a merengada, o vira, e sei lá mais o quê, excepção feita a uma menina envergonhada, que por mais insistências que lhe fizesse não moveu um pé – Desculpo-a pelo cansaço da alma e do corpo! Uma outra, trocava-me as voltas (pisava-me os pés), e perguntei-lhe, se já tinha estado em Angola ou se tinha faltado aos treinos (Quem eram? Adivinhem, seus curiosos!). E para que conste, fiquei sensibilizado com o gesto simbólico para com a colega Mariana (que aniversariava nesse dia e que foi contemplada com um bolo e com um ovacionante aplauso dos colegas), que veio de Angola para confraternizar connosco (mais uma vez, bem-hajas Madalena, pelo detalhe). Sinceramente, não gostei muito dos “padeiros e padeiras” que fizeram a guarda de honra ao bolo, mas que as fotografias (que creio, irão ser divulgadas no blogue) identificarão o Hélder Braz e restantes confeccionadores de massa, ajustados aos paramentos de última hora! Quanto ao Benfica e Sporting (cruzes, credo!) que eu até sou do Porto! Todo e qualquer comentário, acabará, invariavelmente, em “apito dourado” ou no “sistema”, não é assim perdedores? Muito ainda havia por referir, mas como o chefe (que seria de mim se não tivesse um chefe para me iluminar e ajudar a escolher o caminho, às vezes ínvio) clama por mim (como sou importante!) vou interromper estes comentários, agradecendo a todos pela leitura do texto e um desconto (não comercial) por qualquer deslize que espero não tenha sido substancial, que possa afectar as nossas relações de amizade. Madalena, ficamos-te eternamente gratos! João Carlos Aleixo

domingo, 30 de Setembro de 2007

2007 ACABOU ... VIVA 2008

Olá a todo(a)s uma vez mais.
Duas linhas apenas para fazer o "relatório" do convívio do dia 29 de Setembro em Aveiro.
Antes de mais, referir os 2 contratempos que não podia controlar:
1 - Dia 28, sexta-feira às 18.30h foi-me comunicado a alteração do local de embarque por motivos de divergência entre a Câmara Municipal e a Capitania do Porto de Aveiro. Já a "máquina" estava em andamento!
2 - Depois de um dia de intenso calor no dia 28, apareceram as primeiras gotas de água pela manhã de 29. Seria a bênção de S. Pedro?
A sexta-feira à noite, serviu de pretexto para um primeiro convívio que se prolongou noite dentro de entre os que chegaram nesse dia.
No sábado, com um ligeiríssimo atraso, lá partiram os 2 barcos para S. Jacinto onde, durante o percurso, foram servidas umas "entradas" para aconchegar o estômago de cada um(a) para o almoço.
Para o almoço, cumpriu-se a ementa programada. Reunido o grupo, lá fizemos a viagem de regresso por volta das 16.30horas.
Chegados à Estalagem, enquanto um grupo, foi dormir uma ou duas "horinhas", outro grupo foi conversando pelas salas e corredores e, outro grupo ainda, foi "fazer estágio" para a sala da televisão à espera que se iniciasse o jogo Benfica-Sporting. Embora a vitória do Sporting fosse o resultado mais justo (pois claro!!) a verdade é que acabaram empatados. Não houve choradeira de ninguém, todos se resignaram, até aqueles que nada querendo saber do futebol, tiveram de aguardar pelo atraso do Jantar.
Aqui, também a ementa se cumpriu conforme o programado.
Depois de barriga cheia, foi só descer as escadas para a pista de dança. Pouco passava das 23 quando surgiram os primeiros passos de dança, rapidamente interrompidos pelos cozinheiros do ICSB que traziam um bolo de aniversário. A nossa Mariana fazia nesse dia 54 aninhos. Cantou-se, comeu-se e bebeu-se. À saúde de TODOS.
E DECIDIU-SE.
Decidiu-se que o próximo encontro de 2008, seria em S. Pedro do Sul e o responsável pela organização seria o José Vasconcelos.
Decidiu-se que o Blog iria continuar com a colaboração de TODOS aqueles que se manifestem interessados em colaborar. Passará a ser um veículo aberto à divulgação de TUDO o que cada um de nós pretenda, seja no âmbito profissional ou pessoal. Solicitou-se ainda que, todos os comentários sejam efectuados no próprio Blog como forma de interagirmos, ficando o email, apenas para a recepção de ... "dados oficiosos".
Terminado este período de informações ... recomeçou o baile que apenas terminou às 3 da manhã.
A noite foi curta, todos tivémos de dormir depressa. A manhã estava a chegar.
Pequeno almoço até às 10 horas e ... casa que amanhã é dia de trabalho!
Beijinhos
Madalena

OOOOOOOHHHHHHHHHH ... QUE PENA!

Foram vários o(a)s colegas que não puderam marcar com a sua presença a realização de mais um convívio de amigos.
Para todos aqueles que saíram mais cedo ou não tiveram oportunidade de ler algumas das mensagens que chegaram ao almoço, aqui fica o registo.
Pelo carinho e manifestações de amizade que fui recebendo, o meu OBRIGADO generalizado.
Contudo, desculpem-me particularizar um agradecimento muito especial à Fátima Salavisa que, desde os Estados Unidos onde vive, teve o cuidado de enviar algumas lembranças que foram distribuídas aos seus destinatários e outras que foram colocadas na mesa dos bolos durante o nosso baile que se prolongou até às 3 da manhã. Não é a distância que faz esquecer nem apagar a amizade. A Fátima lembrou-se de TODOS nós.
Um beijinho, Fátima.
Emília Barros Madalena, olá Acredita que tenho pena de não estar junto de todos, espero no próximo ano finalmente estar presente neste convívio, desejo do coração que tudo corra pelo melhor, seja um dia inesquecível e que seja um sucesso pelo teu empreendimento. Peço-te que dês um abraço a todos por mim. Bom convívio! Um beijinho para ti Emília ____________________ Alberto F Pereira Caros Amigos Não posso juntar-me a vocês pois estarei ausente do país. Um abraço a todos e mantenham-me informado Alberto A Ferreira Pereira (Beto ICSB 1968/70) ____________________ José Alfredo Oliveira Cara Madalena Continuo no Lobito e terei k no final desta semana estar no Kuito, e com muita pena não poderei estar aí com a nossa malta... Assim embora não esteja fisicamente presente irei estar convosco embora com muita pena não rever amigos k só nessas ocasiões é k nos reencontramos Transmite um abração meu para todos colegas Beijinhos J Alfredo Oliveira ____________________ Augusto Rosa No próximo dia 28/09/2007, pelas 15 horas, irei efectuar um cateterismo cardíaco no Hospital Cuf – Infante Santo em Lisboa, situação essa que obriga a – pelo menos – um dia de internamento. Face a esta ocorrência, não poderei estar presente neste grande convívio (pela primeira vez). Espero no entanto que tudo decorra dentro do melhor espírito de amizade e alegria. Um abraço Augusto Rosa ____________________ Fátima Salavisa Não vos posso ver mas, estarei convosco no meu pensamento nesse dia.
Os chocolates e os pacotes de macadamia nuts são para todos. Era essa a minha intenção. Na altura em que comprei essas coisitas calculei que só trinta e tal pessoas iriam e agora sinto-me envergonhada por ser tão pouco.
Também tenho muita pena de não ter posto mais umas tantas caixinhas de rebuçados sem nome. Depois de estar tudo no correio o Carlos Ventura e o Tito Fontes inscreveram-se. Fiquei com muita pena! Resolvi fazer isto a ultima da hora e enchi-me de pânico com medo que já fosse muito tarde. Não foi muito bem planeado. Dá-lhes um abraço e pede-lhes que me desculpem, sim? Oxalá se divirtam muito e que tudo corra muito bem.
Obrigada, Madalena. Um beijo para ti. ____________________ António Mateus Este ano não posso estar presente. Como sabes não vivo em Portugal e as coisas nem sempre se ajustam.
Recebe um beijinho da Lena e um grande abraço meu,
António Mateus ____________________ Idalina Fernandes Tenho pena mas ainda não é desta vez. Muitos beijinhos e um grande abraço a todos os que estarão presentes. Idalina Monteiro Fernandes ____________________ José Gil Eu e a Laura Velosa não podemos estar presentes por estarmos em Angola, e nessa data não podemos ir de férias, mas de qualquer modo obrigado.
Um grande abraço ____________________ Raul Lopes
Como sabes, só por manifesta impossibilidade não estarei convosco. Espero que possas e, se quiseres fazer o favor de ser portadora da minha palavra, eu agradeço-o. A vós colegas de várias gerações deixo o meu abraço e votos de contínuo sucesso na vida de cada um. Infelizmente este ano não me é possível estar nesta jornada de confraternização mas, nas voltas da vida, espero poder num próximo encontro estar no meio de vós e, através da nossa colega e grande amiga Madalena, cada uma das colegas receba um beijo e cada um dos colegas receba um abraço.
O meu obrigado e até sempre !
____________________

Vitor Couto

Cara colega Madalena, Mais uma vez não vou estar presente neste magnifico evento, em virtude de me deslocar de 20/9 a 8/10 a Moçambique. Caso seja possível gostaria através da tua pessoa que comunicasses a todos um forte abraço meu e que tudo decorra com a alegria e copos possível. Abraços Vitor Couto

sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Detalhes ... apenas

Olá
Quem vai ao passeio de barco e almoço em S. Jacinto, deve dirigir-se ao centro da cidade de Aveiro, em frente ao TURISMO, (junto às "pontes"!!!).
Há estacionamentos vários no "Rossio" (espaço contíguo), onde cada um deverá procurar um espaço, seja no parque, seja pelas ruas estreitas da Beira-Mar (cidade-antiga)
A partida está marcada para as 11.30horas ... NÃO SE ESQUEÇAM!!!
No final da tarde, depois de terminar o passeio de barco, quem não sabe o caminho para a Estalagem, terá de combinar um local para todos se encontrarem e irem juntos atrás de mim :) :) :)
Quem vem DIRECTO para o passeio de barco, é preferível utilizar a saida da autoestrada que diz AVEIRO-ESTARREJA
Quem vem DIRECTO para a Estalagem (na sexta ou sábado) é preferível utilizar a saída da autoestrada que diz AVEIRO-ÁGUEDA
Neste caso, 100 metros em frente à portagem, há um STOP com um entroncamento: à direita é o sentido para AVEIRO, à esquerda é o sentido para Coimbra/Oliveira do Bairro.
VIRAM À ESQUERDA (sentido contrário de Aveiro).
Seguem sempre em frente, vão passar por baixo da autoestrada e, nesta altura, começam a ver um SEMÁFORO.
Neste semáforo, encontram uma placa à direita que diz kartódromo (em cor de laranja)
Neste semáforo encontram uma placa à esquerda que diz PATEIRA-FERMENTELOS.
Voilá !!! :):)
VIRAM À ESQUERDA
500 metros mais à frente entram na vila, há várias placas a dizer Estalagem, mas se aí se enganarem ... PERGUNTEM, já estão perto.
Qualquer dúvida, o meu telemóvel foi indicado pessoalmente por email a cada um de vós
Venham devagar para chegarem a tempo. Lá estarei à vossa espera.
Beijinhos a todo(a)s
Madalena

sábado, 4 de Agosto de 2007

ÚLTIMOS RETOQUES

Circular nº 7
Sumário: ponto da situação - alojamento, passeio e jantar
Olá a todos Duas linhas apenas para vos dizer que acabámos de preencher os quartos que a Estalagem nos tinha reservado para o sábado, dia 29. No entanto, isso não é motivo para que não possam ser aceites mais pedidos. Vamos ver: 1 - Para dormida de 6ª feira não há problemas, ainda há vagas 2 - Para o passeio de barco e almoço em S. Jacinto no sábado, também não há problemas porque acabei de assegurar 2 barcos. 3 - O mesmo acontece para o jantar desse dia 29, arranjam-se os lugares que forem necessários. A única MEIA DIFICULDADE ( !!! ) é mesmo a dormida de sábado (dia 29). E Meia Dificuldade porquê? Porque, embora a Estalagem esteja cheia, em Aveiro é possivel arranjar alojamento para esse dia e, Aveiro é uma cidade lindíssima que vale a pena visitar. Depois de um passeio pela ria, um almoço em S. Jacinto, um jantar entre amigos e uma kizombada ... Aveiro está mesmo aqui ao lado.
Ahh ... e não se esqueçam dos ovos moles ... huummmmmmmmmm ...

PEQUENA CORRECÇÃO AO PROGRAMA

Circular nº 6 Sumário: Correcção de custos, prazo de confirmação, reforço de lancha e dormida. Em mais uma das revisões ao Programa, informa-se que há uma correcção a fazer ao custo indicado pela Gerência da Estalagem na opção "Programa Sem Dormida" que passa de 63,50 euros para 52 euros. Melhor ainda. Aproveito também a oportunidade para solicitar o seguinte. Aproxima-se o dia 15 de Setembro, data indicada para confirmação de inscrições, mesmo que provisórias . Agradeço o maior rigor no cumprimento desse prazo a fim de ser possível cumprir da melhor forma as solicitações de todos, isto é: 1 - Caso se justifique, REFORÇAR com mais uma lancha o maravilhoso e inesquecível passeio pela RIA e o almoço em S. Jacinto; 2 - Caso se esgote a reserva de quartos na Estalagem da Pateira, INDICAR um outro Hotel em Aveiro. Em todos os processos de intervenção, obviamente que será tida sempre em conta a lista ordenada de inscrições que tem vindo a ser dada conhecimento a todos, desde a primeira hora.

INSCRIÇÕES RECEBIDAS PARA DIA 29 DE SETEMBRO EM AVEIRO

Circular nº 5
Sumário: Lista ordenada de inscrições, cartas devolvidas, emails devolvidos.
(Em permanente actualização até 28-09-2007)
Já confirmaram a sua presença no Convívio de Aveiro, no dia 29 de Setembro, os seguintes colegas:
- Madalena Teixeira Homem (Aveiro) - Programa sem Dormida (2)
- Mário Caldeira (Albufeira) - Programa Completo (a partir de 6ª feira) (2)
- Francisco Neto(Lisboa)- Programa Completo (a partir de 6ª feira)(2)
- André Lopes (Angola) - Programa Completo (2)
- Hélder Braz (Lisboa) - Programa Completo (a partir de 6ª feira) (2)
- Manuela Abrantes (Lisboa) - Programa Completo (2)
- Carlos Ferreira (Angola) - 1Programa Completo + 1 Sem Passeio (a partir de 6ª feira) (2)
- Filomena Rota (Guarda) Programa sem Dormida (1)
- Stélia Godinho (Lisboa) Programa sem Dormida (1)
- António Tavares (Aveiro) - Programa sem Dormida (1) *
- José Alfredo (Aveiro) - Programa sem Dormida (1)
- Fátima Chambel (Lisboa) - Programa Completo + suplemento (1)
- João Bettencourt (Lisboa) - Programa Completo (2)
- Berta Mª Mendes Dias (Águeda) - Jantar (1)
- Raul Lopes (Condeixa) - Programa sem Dormida (1)
- José Hericsson (Espinho) (1)
- Esmeralda Brunido (Coimbra) - Programa sem Dormida (2)
- Saraiva Coutinho (Coimbra) - Programa sem Dormida (1)
- Luís Aguiar(Setúbal)- Programa sem Passeio (a partir de 6ª feira)(2)
- Ana Couto (Carcavelos) - Programa Completo + suplemento (1)
- Mª Cândida Correia Ferreira - (Matosinhos) Programa Completo (2) - Maria Odete Correia - (Senhora da Hora) Programa Completo (2)
- José Vasconcelos (Oliveira de Frades) - Programa Completo (1)
- Ludgero e Romi Martins (Santarém) - Programa Completo (2)
- Glória Russo e Elisete Jardim (Santarém) - Programa Completo (2)
- Luís Alberto (Lisboa) - Programa Completo (a partir de 6ª feira) (2)
- Marcelino (Lisboa) - Programa Completo (a partir de 6ª feira) (2)
- Luís Cristóvão (Lisboa) - Programa Completo (2)
- Elder Correia(Carcavelos) - Programa Sem Dormida (1)
- Ferreira da Silva (Setúbal) - Programa Completo (2)
- Fátima Baltazar (Palmela) - Programa Completo (4)
- Mário Martins (Lisboa) - Programa Sem Dormida (a partir de 6ªfeira) (2)
- João Carlos Aleixo (Lisboa) - Programa Completo (1)
- Vasco Homem Sousa(Algarve)- Programa Completo+ suplemento(1)
- José Lagoa (Lisboa) - Programa Completo (2)
- Carlos Alberto Ventura (Lisboa) - Programa Completo (2)
- Lubélia Mateus Borges (Açores) - Programa sem Dormida (2)
- Manuel Rocha (Lisboa) - Programa sem Barco (2)
- Florinda Fernandes (Chaves) - Programa Completo +suplemento (1)
- João Atanásio (Lisboa) - Programa Completo (5)
- Mª Augusta Ferreira (Lisboa)-Programa Completo (a partir de 6ª feira)(1)
- Ana Mª Freitas (Lisboa)-Programa Completo (a partir de 6ª feira)(1)
- Ana Paula Frota(Lisboa)-Programa Completo (a partir de 6ª feira)(1)
- Norberto Amazonas (Lisboa)-Programa Completo + suplemento (a partir de 6ª feira)(1)
- Luis Leandro Dinis (Lisboa) - Programa Completo (2)
- Salomé Martins Dias (Lisboa) - Programa sem Barco (1)
- Mariana Conceição Assis (Angola) - Programa Completo (2)
- Tito Fontes (Lisboa) - Programa sem Dormida (1)
- Odete Marques (Lisboa) - Jantar (2)
- Hamilton Ramalho (Tomar) - Jantar e Dormida (2)
- Rui Ramalhete (Lisboa)-Programa Completo (a partir de 6ª feira)(2)
- Odete Nogueira (Maia) - Jantar + Dormida (2)
TOTAL (provisório) - 82
* - A aguardar confirmação de acompanhantes
Para o caso de algum de vocês ter contacto com estes colegas, anexa-se relação de devoluções, agradecendo desde já que, quem saiba dos seus paradeiros, lhes forneça toda a documentação que até agora tem vindo a ser enviada através deste blog:
Cartas devolvidas:
- Eurico Gomes da Silva (Parede)
- José Eduardo Bento Duarte (Queluz)
- Manuel Engrácio Gomes (Oeiras)
- António Luís Rebelo Sistelo (Almada/Miratejo)
- Magnólia Costa (Lisboa) - Não mora na morada indicada há anos
- Renato Costa (Lisboa) - Não mora na morada indicada há anos
- Rui Couceiro (Almada/Miratejo)
- Paula Filomena Lopes (Faro)
- Nelson Carmelino (Lisboa) - Mudou-se para Angola
- Paula Almeida (Lisboa)
- Paulino José Antunes de Sousa (Loures)
- Norbeto Pereira do Nascimento (Vouzela)
- Mª Isabel Silva M. A. Araújo (V.Franca de Xira)
- José Manuel Martins (Caparica)
- Arez de Silva (Faro)
- João Caldo (Seixal
- Arménio Wenceslau Brandão Ramos (Lisboa)
- Luís Manuel Alves Rangel (Sº A. Cavaleiros ) - Não vive na morada indicada há 7 anos
- Mário Agostinho Alves Pereira (Oeiras)
_____________________________
Emails permanentemente devolvidos:
- Paula Santos (Algarve)
- Mariana Conceição Assis (Angola) - Já foi avisada
- Esmeralda Brunido (Coimbra) - Já foi avisada
- Júlio Pires Sousa (Barreiro)
- Licínio Giestas Martins
- Carlos Ventura
- Carlos Garcêz
- Adelaide Baião
- Amândio Monteiro
- Carlos Guedes - Já foi avisado
- Maria Teresa Santos - Já foi avisada
- Cândida Correia - Já foi avisada
- Mª Isabel Minas Ferreira - Já foi avisada
- Hamilton Ramalho (Tomar) - já foi corrigido

FOI ASSIM ...

Circular nº 4 Sumário: correspondência enviada
Foram utilizados 136 endereços electrónicos dos quais, 14 foram permanentemente devolvidos
Pontualmente, havia outros (vários) emails a serem devolvidos por terem as "caixas" cheias. Ainda assim, isso pressupõe o conhecimento deste Blog informativo quer pelas vezes que não houve devoluções desses emails, quer pelo "ok" já entretanto manifestado por alguns.
Foram ainda enviadas 144 cartas com o Programa que já conhecem, para Portugal. Para Angola, foram enviadas 2 cartas e para Inglaterra, 1 carta.
Total das comunicações realizadas - 271
Apesar desta "rede" estabelecida, seria bom que cada um que conhece o Programa, recordasse ao amigo mais próximo o evento para o dia 29 de Setembro, já que algumas das cartas virão certamente devolvidas, algumas "caixas" não serão esvaziadas a tempo, as férias fazem esquecer, com o regresso ao trabalho não sobra tempo, e, porque não dizê-lo também ... a idade não perdoa ... ehehehe!
E não te esqueças..."Um Convívio verdadeiro, só pode ser em Aveiro!"

sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

ENCONTRO EM AVEIRO - PROGRAMA

Circular nº 3
Sumário: Programa, Passeio, Estadia (alimentação e dormida), Horários, Locais, Estalagem.
ENCONTRO NACIONAL DE
ANTIGOS ALUNOS E PROFESSORES DIA 29 DE SETEMBRO – AVEIRO ESTALAGEM DA PATEIRA DE FERMENTELOS - (www.pateira.com)

1 – PROGRAMA COMPLETO83,50 euros (por pessoa em quarto duplo) a) Passeio de Barco pela Ria de Aveiro Concentração no Canal Central, em frente ao Turismo, às 10,45horas. Partida na lancha às 11.30 horas, no Cais do Rossio para passeio pela ria de Aveiro até S. Jacinto – Casa Abrigo para conhecerem e desfrutarem dos encantos deste pequeno paraíso. Saída pelo Canal Central com passagem pelas eclusas, Estaleiros da Gafanha, Cais de Pesca, Secas do Bacalhau, Porto Comercial e, Base Aérea de S. Jacinto. Enquanto a vista se extasia com as maravilhosas belezas naturais, o estômago será reconfortado com um aperitivo a bordo. Nota importantíssima – Não há ondulação. Nunca ninguém enjoou. Nem a Madalena. b) Almoço em S. Jacinto - Sopa, caldeirada à Pescador, febras de porco na brasa, sobremesa, vinhos regionais, café. No final do almoço, o regresso será pelas marinhas, podendo ser apreciada a belíssima arte de extracção do sal c) Jantar na Estalagem da Pateira de Fermentelos - Sopa de Legumes, Bacalhau à Pateira, Rojões à Fermentelos, sobremesa ou fruta, água, refrigerantes e vinhos regionais, café e digestivos. Depois do Jantar, haverá um “convívio dançante” na Discoteca privada da Estalagem. d) Dormida (c/pequeno almoço incluído)

2 – PROGRAMA SEM DORMIDA - 52.00 euros

3– APENAS PASSEIO DE BARCO - ALMOÇO INCLUÍDO – 26 euros

4 – APENAS JANTAR NA ESTALAGEM DA PATEIRA – 26 euros NOTAS IMPORTANTES: - Quem preferir ficar sozinho no quarto duplo tem um suplemento de 20 euros - Quem quiser dormir na véspera, dia 28 (sexta para sábado) o quarto custa 60 euros - A Lancha parte às 11.30 horas impreterivelmente. Não espera pelos atrasados! - A Lancha tem uma lotação de 55 lugares. Espera-se que os interessados NÃO SE ATRASEM na reserva dos seus lugares para esse inigualável passeio. PRAZOS DE INSCRIÇÃO E PAGAMENTOS: - Inscrições (ainda que provisórias) até 15 de Setembro. Todas as inscrições devem ser feitas para: instituto.sadabandeira@gmail.com - Pagamentos até ao dia 22 de Setembro para (C.G.Depósitos) :

NIB 003502860000824570041 ou

conta Nº: 0286 008245700

INSCRIÇÕES, DÚVIDAS E CORRESPONDÊNCIA: instituto.sadabandeira@gmail.com

É PROIBIDO FALTAREM

_______________ * _______________

ESTALAGEM DA PATEIRA**** em Fermentelos Complexo Turístico implantado na margem poente da Pateira de Fermentelos.“A LAGOA ADORMECIDA” é composta de: 56 quartos - 1 Suite. Equipados com T.V., Frigobar, 2 Programas de música, Telefone directo à rede, Secador de cabelo, Esplanada privativa, Restaurante - Bares - Adega Típica para Grupos - Salões para Congressos e Banquetes - Salão Chá - Sauna - Piscina Aquecida - Piscinas Exteriores - Salão de Jogos - Ginásio - Barcos de Recreio - Gastronomia à base de especialidades. A mais moderna e acolhedora unidade Hoteleira do Centro do País, onde o sossego é factor preponderante para uma noite repousante e tranquila por vezes inebriada pela sinfonia melodiosa e embaladora do coaxar das rãs. Ambiente familiar e requintado.

Localizada no Triangulo Aveiro - Águeda - Malaposta tem a auto estrada a 4 Km c/ saída no nó Águeda - Aveiro Sul e fácil acesso à A 25

Chama-se Pateira, porque foi reserva natural e privada do “Rei D. Manuel I” e devido à grande quantidade de Patos nela existente, passaram a chamar-lhe “PATEIRA”. É a maior Lagoa da Península com 529 hectares de superfície. Tem a sua origem no pequeno riacho que nasce na Serra do Buçaco e se chama “CERTIMA”. Com nascentes próprias dá as suas águas ao Rio Águeda. Rica em Fauna e Flora.

As espécies mais abundantes são: Enguia – Carpa – Achigã - Pimpão. Nela se praticam todos os Desportos Náuticos, Caça e Pesca. De realçar a mansidão e o prateado das suas águas, o encantador “Por do Sol”, o “enluarado” espelho de certas noites e o extasiante enquadramento da natureza que foi dotada

RECORDANDO ... ABRANTES (2006)

Aqui está mais um álbum de recordações. Quem não esteve presente em Abrantes no ano passado, deve estar mais do que arrependido(a) de lá não ter ido.
Pior ainda, é não ter ido a Abrantes o ano passado e este ano voltar a faltar também a Aveiro.
Mas há alguém que queira perder o comboio? Só mesmo se for para rir ... ehehehehe
Pensem bem antes de faltar ... pensem!!!!
Pois é ... roam-se meninos e meninas com a alegria e a excelente forma do(a)s colegas que confraternizaram em 2006.

AVEIRO ... A RIA ... E A SUA BELEZA

Cidade de Aveiro
A cidade de Aveiro fica situada no centro-norte de Portugal, distando cerca de 70 Km do Porto e 240 Km de Lisboa. Com uma superfície de 208,32 km e uma população perto de 74 000 habitantes, está situada nunca área plana na foz do Rio Vouga.
Cidade aquática merecendo o nome de Veneza portuguesa dispõe de um bom porto marítimo, um aeródromo militar e de excelentes ligações, tanto ferroviárias como rodoviárias.
As suas salinas os célebres ovos moles e a sua Ria que atravessa a cidade são algumas das principais atracções. Na Ria flutuam os famosos barcos Moliceiros.
Aveiro teve origem provável num povoado de pescadores que se fixaram na região antes da chegada dos Romanos. Situava-se à beira-mar, sendo então a foz do rio perto da actual povoação de Alquerubim. Em 1419, o Infante D. Pedro ordenou a construção das muralhas em volta do povoado.
Será a partir deste povoado muralhado que terá nascido extra-muros, separada por um braço da ria, a cidade de Aveiro. A partir do séc. XIX desenvolve-se em direcção à estação dos caminhos-de-ferro. As actividades económicas terão sido desde há muito a pesca, navegação, construção naval, indústria e comércio do sal. Comercializavam-se ainda frutos e cereais e a partir do séc. XVI o bacalhau vindo da Terra Nova.
A Universidade de Aveiro, instalada em 1973, trouxe à cidade a possibilidade de formação de novos quadros, prontamente absorvidos por uma indústria em expansão.
A Ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 47 km e com uma largura máxima de 11 km, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira A Ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do séc. XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa.
Abarca 11 000 hectares, dos quais 6 000 estão permanentemente alagados, desdobra-se em quatro importantes canais ramificados em esteiros que circundam um sem número de ilhas e ilhotes.
Nela desaguam o Vouga, o Antuã e o Boco, tendo como única comunicação com o mar um canal que corta o cordão litoral entre a Barra e S. Jacinto, permitindo o acesso ao Porto de Aveiro, de embarcações de grande calado. Rica em peixes e aves aquáticas, possui grandes planos de água locais de eleição para a prática de todos os desportos náuticos.
Ainda que tenha vindo a perder, de ano para ano, a importância que já teve na economia aveirense, a produção de sal, utilizando técnicas milenares, é, ainda, uma das actividades tradicionais mais características de Aveiro, havendo, actualmente, dezenas de salinas em laboração.
Muito especialmente no Norte da Ria, os barcos moliceiros, embarcações únicas e de linhas perfeitas, ostentando polícromos e ingénuos painéis decorativos continuam a apanhar o moliço fertilizante de eleição, bem dentro dos mais exigentes e actuais parâmetros ecológicos, que transformou solos estéreis de areia em ubérrimos terrenos agrícolas.

domingo, 22 de Julho de 2007

PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - IV

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NOSSA SENHORA DO MONTE
Os madeirenses que foram chegando em levas sucessivas imprimiam ao pequeno burgo, cada vez mais profundamente, as características indeléveis da sua terra natal, onde a devoção a Nossa Senhora do Monte é nota dominante da vida religiosa do povo. Por isso, nesse mesmo ano de 1901, um grupo de «colonos dirigiu-se ao então pároco de S. José do Lubango, Padre Manuel Francisco Pessoa da Luz, solicitando o seu patrocínio para a erecção duma capela em honra de Nossa Senhora do Monte, a poente da vila de Sá da Bandeira, na Povoação de Cima. No dia 6 de Outubro desse mesmo ano, os interessados, na companhia do pároco des1ocaram-se à Povoação de Cima, a fim de escolherem um local adequado para erecção da ermida. Apareceu-lhes então o «colono» António Firmino Júnior, propondo a venda de um terreno que possuía à entrada e à direita do actual Parque de Nossa Senhora do Monte. Foi aceite a sua proposta de venda do terreno e da casa que nele existia, tudo pela quantia de 44$380 reis Este mesmo grupo reuniu-se ainda no mesmo dia na residência paroquial, sendo eleita uma comissão constituída pelo pároco na presidência e os seguintes vogais: Pio Alberto Marques de Miranda, João da Ressurreição, Casimiro Caldeira Júnior, Ricardo Rodrigues, António Roque de Freitas e António Rodrigues Brunido, João da Ressurreição e Gualdino da Paixão de Sousa ficaram a desempenhar respectivamente as funções de tesoureiro e secretário. Aberta uma subscrição pública para angariamento de fundos, a referida Comissão adquiriu o terreno e começou as obras da capelinha. Parte do terreno era cultivado sob a orientação da Comissão de Nossa Senhora do Monte, revertendo os lucros em favor de melhoramentos que se iam efectuando no local. Orientaram as obras de pedreiro Jacinto Rodrigues e as de carpinteiro João da Silva. As obras iam prosseguindo vagarosamente. E foi junto da capela, ainda em construção, que o mesmo sacerdote celebrou missa campal. em 15 de Agosto de 1902, diante duma imagem de Nossa Senhora da Conceição da Igreja Paroquial. Foram estas as primeiras Festas de Nossa Senhora do Monte, celebradas em Sá da Bandeira. Entretanto continuavam as obras e os melhoramentos do local e seu acesso. Construiu-se uma estrada e desmatou-se a região. Crescia o entusiasmo entre os habitantes do burgo. A Comissão trabalhava sem descanso para levar a bom termo a sua incumbência. O tesoureiro João da Ressurreição, antes de partir para a sua terra natal em meados de 1903, timbrou em oferecer o baldaquino; o secretário Gualdino da Paixão de Sousa mandou construir à sua custa o altar e José Venâncio Ferreira Rodrigues fez oferta da imagem de Nossa Senhora do Monte, que em cumprimento de um voto, mandou executar na cidade do Porto e que lhe custou 72$000 reis. Esta imagem chegou a Sá da Bandeira em 29 de Junho de 1903. A Companhia dos Dragões do Planalto ofereceu o missal, alguns paramentos e o sino.
Em 10 de Julho tomava posse o novo tesoureiro João José Caldeira. enquanto as obras prosseguiam cada vez com mais entusiasmo. Pôde assim concluir-se aquela ermida que custou cerca de 2.200$000 reis, não contando com algumas dadivas em material. O novo pároco, Padre José Martins, devidamente autorizado pelo Bispo de Angola e Congo, procedeu à benção da capela em honra de Nossa Senhora do Monte, em 14 de Agosto de 1903. Do acto solene lavrou-se um auto, que foi assinado na presença de quase toda a «colónia», pelos seguintes nomes: Padre José Martins, Casimiro Caldeira Júnior, João José Caldeira. António Firmino Júnior, Eduardo da Costa e Gualdino da Paixão de Sousa. No dia seguinte celebraram-se as segundas Festas de Nossa Senhora do Monte: missa cantada, bazar de prendas e mais divertimentos com a presença de muita gente da cidade e de outras localidades de Angola. E as Festas de Nossa Senhora do Monte continuaram a celebrar-se com uma certa imponência, todos os anos no dia 15 de Agosto, por vontade da Comissão, a que continuou a presidir o Padre José Martins que, em 1916 se retirou para a Metrópole. Entretanto, também a morte foi ceifando os vogais Ricardo Rodrigues, António Rodrigues Brunido, João José Caldeira e Ant6nio Roque de Freitas. Por isso, em 19 de Novembro, foi escolhida nova Comissão constituída pelo novo pároco Padre Claudino de Nazaré Brites, Manuel Joaquim Fernandes, Jaime Caldeira, António da Paixão de Sousa e Joaquim Roque de Freitas, que tomaram posse no fim da missa celebrada na capela de Nossa Senhora do Monte, em 25 de Dezembro. Em 1919, João Henriques de Azevedo resolveu agregar a si um grupo de cidadãos com o fim de substituir a velha capela por outra mais apropriada a construir no monte. O povo de Sá da Bandeira e dos arredores não se sentiu satisfeito. Os madeirenses pretendiam imitar mais perfeitamente as tradições da sua terra. A capelinha não se podia avistar de longe, como a Senhora do Monte da Madeira. No Parque estava muito escondida. Queriam poder olha-la das suas casas. Desejavam que a Senhora do Monte os visse a trabalhar nos seus campos e contemplasse as suas sementeiras para as abençoar. Ansiavam viver permanentemente sob os olhos de Nossa Senhora do Monte.
Esta nova Comissão era constituída pelas seguintes entidades : Dr. Alfredo Lobo das Neves. Américo Manjericão, Emídio Fernandes, Francisco de Meireles, José Maria da Costa Simões. Luís Marques de Miranda e João Henriques de Azevedo, que logo entraram com 900$ cada um para as primeiras despesas a realizar. João Henriques de Azevedo fez o projecto da actual capela, imitando a traça do templo de Nossa Senhora do Monte, na Madeira. Foi empreiteiro da obra Constantino Roumeliotis, que ergueu a actual ermida. O custo da obra elevou-se a 12.000$00, embora utilizando tijolo e madeira da antiga capela. A nova ermida ainda em vias de acabamento foi solenemente benzida em 16 de Agosto de 1921, sendo o auto assinado por: Padre Manuel António Dourado, Gualdino da Paixão de Sousa. Casimiro Caldeira, Jaime Mendonça Caldeira, Manuel Joaquim Fernandes e António da Paixão de Sousa. Houve missa cantada pelo Padre Henrique Aucopt e sermão pregado pelo pároco Padre Dourado. O terreno com a casa do local onde existira a antiga capela foi comprado por João Ricardo por 2 200$00. Às festas do ano seguinte veio presidir o Vigário Geral da Chela, Padre Benedito Mário Bonnefoux, que celebrou missa solene, acolitado pelos Padres Pedro Topoaz e Manuel António Dourado. Seguiram-se outras comissões que tomaram a seu cargo a celebração das Festas de Nossa Senhora do Monte, todos os anos. E foi a partir de 1930 que a imagem de Nossa Senhora do Monte, no dia 15 de Agosto, era trazida em procissão da sua capela para outra improvisada no Parque, pois tornava-se difícil a muitos devotos, já velhos, subirem a encosta do monte escalavrado.
Em 1931 tomou posse uma nova Comissão constituída pelos seguintes indivíduos: Padre Manuel António Dourado, Gualdino da Paixão de Sousa, Carlos Teixeira Velosa, Raul da Paixão de Sousa e Francisco Baptista. Formou-se ainda uma Comissão de Melhoramentos constituída pelas seguintes individualidades: Dr. Alfredo Lobo das Neves, Luís Marques de Miranda, Emídio Fernandes, capitão Rogério de Paiva Cardoso, João Henriques de Azevedo, Serafim Simões Nunes, Jaime Moreira de Vilhena, José Maria da Costa Simões, Casimiro Caldeira, Manuel Gonçalves Lavadinha e João Pereira do Rio. Pretendia esta Comissão de Melhoramentos rasgar uma estrada de quatro metros de largura até ao meio da encosta, seguida de uma escadaria até à capela, um coreto, bazar e bar, em estilo árabe-oriental com influencias portuguesas. O conjunto ficaria integrado no Parque de Nossa Senhora do Monte, cujo projecto foi realizado pelo Dr. Luís Miranda. Foi ainda constituída uma comissão de senhoras que tomaram a seu cargo coadjuvar nos trabalhos de aformoseamento e de conservação da capela. Era formada pelas senhoras : D. Fernandina de Figueiredo, D. Olívia Simões Nunes, D. Maria Carolina Fernandes Simões, D. Judith Martins Braz e D. Maximina Fernandes.
Segundo o cronista que vimos seguindo, Zarco d'Almeirim, da Sociedade de Geografia de Lisboa, as Festas de Nossa Senhora do Monte, nos princípios da década de 1930 revestiam-se de grande imponência e a elas acorriam todos os anos muitos forasteiros de toda a Província de Angola. Sá da Bandeira, elevada a cidade por Norton de Matos, em 1923, ia crescendo e expandindo-se. Tornava-se mais cosmopolita. As últimas comissões já se sentiam dominadas pelo desejo de urbanização. quando vislumbravam um Parque maravilhoso, que viesse lembrar o do Bom Jesus do Monte, em Braga. Entre 1919 e 1920, a Câmara Municipal abrira uma larga avenida, desde a cidade ate ao sopé do monte.
A certa altura a tradição das Festas de Nossa Senhora do Monte ia-se quase perdendo. Só alguns grupos de madeirenses teimavam em subir, todos os anos, em 15 de Agosto, até à sua capelinha, que continuou sendo a encarnação viva da saudade da sua terra distante, mas nunca esquecida. Depois da romagem piedosa, ficavam-se ali pelo Parque, meio selvagem, mas sempre belo, comendo os seus ranchos cozinhados à base de tradicionais pratos madeirenses. A romaria foi-se reduzindo a uma ténue chamazinha, que os velhos colonos teimavam em manter acesa e transmitir a filhos e netos em toda a sua pureza saudosa. Mas, em 1952, um grupo de homens bons desta cidade tomou a peito a tarefa de fazer reviver com todo o brilho a antiga tradição. A ténue chama teimosamente acesa transformou-se em fogueira que levou a sua luz a todas as terras de Angola. O seu entusiasmo comunicou-se à Câmara Municipal e encontrou valioso apoio e colaboração tanto do Município como do Governo do Distrito. Entidades oficiais e particulares deixaram-se empolgar pela ideia de fazer da romaria de Nossa Senhora do Monte as Festas da Cidade de Sá da Bandeira, imprimindo-lhes brilho e projecção que atraíssem forasteiros de toda a Província.
In: "Boletim Municipal da Câmara de Sá da Bandeira, 1971".

PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - III

LUBANGO – EPOPEIA DE MADEIRENSES A 18 de Outubro de 1884 largava do Funchal o navio «Índia», rumo a Moçâmedes, com mais de duas centenas de madeirenses – homens, mulheres e crianças – os adultos, na sua maioria camponeses. Vinham iniciar o povoamento europeu do Lubango, dentro de um plano traçado pelo Marquês de Sá da Bandeira, Ministro da Marinha e Ultramar. Embarcaram cheios de esperança, confiantes nas promessas que lhes haviam sido feitas. Vivendo, quase todos eles, em condições precárias, acreditaram que, à sua chegada ao Planalto de Moçâmedes, como então era denominada a vasta região da Huíla, encontrariam aqui as Terras da Promissão. Em 19 de Novembro, o «Índia» ancorava em Moçâmedes com uma criança nascida a bordo. Foram, pouco depois, os madeirenses divididos em dois grupos. O primeiro, subindo a serra da Chela, alcançou a margem direita do rio Caculevar no dia de Natal; o segundo, no dia 18 de Janeiro de 1885. As duas viagens consumindo mais de um mês, em carros dos «boers», por caminhos acidentados, em períodos de chuvas, constituíram verdadeiro suplício. Chegaram tristes e vencidos pelo cansaço e mais desanimaram quando viram as instalações que lhes eram destinadas: quatro barracões amplos mas de pau a pique e cobertos a capim, que D. José da Câmara Leme, condutor de Obras Públicas, mandara construir, por ordem do Governador de Moçâmedes. Dois destes barracões eram reservados a casais e crianças; os outros dois aos seus filhos mais crescidos e a solteiros, um para rapazes outro para raparigas. Não seriam melhor os alojamentos de D. José da Câmara e Leme e do médico Rolão Preto, porque eram duas cubatas. Foi considerada como data oficial da instalação da Colónia de Sá da Bandeira o dia 19 de Janeiro de1885. Os pioneiros eram pobres, muitos deles gente de trabalho, outros não, mas nenhum esperava que se lhes deparasse uma situação de tanta promiscuidade e tristeza como aquela, onde estavam ausentes as mais elementares comodidades da época. Protestaram, praguejaram contra quem os iludira. Voltar ao ponto de partida era impossível. E nem eles desejariam, sem dinheiro, sem mantimentos e sem meios de transporte, reiniciar, em sentido inverso, uma caminhada tão longa e tormentosa como a anterior. O mar estava muito distante e ninguém seria capaz de se aventurar por lugares inóspitos como aqueles que haviam sido percorridos.
Coreto do Jardim Municipal onde mais tarde foi construida a Fonte Luminosa
Descontentes, chorosos, lamentando a sua desdita, desamparados e mais pobres do que na sua Ilha da Madeira, que saudosamente recordavam, ficaram. Não lhes era dada outra alternativa, nem sequer podiam decidir. Sentiam-se prisioneiros numa enorme prisão sem grades. E compreenderam bem depressa, alguns sob as ameaças e os castigos de D. José da Câmara Leme, que era homem de pulso forte e temido, outros aceitando as suas resoluções e observando os conselhos dos padres e das irmãs da Missão da Huíla, que tinham de arrotear e semear os campos, que o Lubango era a sua terra e a terra dos seus filhos. Os mais diligentes e mais abnegados lançaram-se à sua tarefa com ardor e entusiasmo. Seis meses volvidos, graças à tenacidade de D. José da Câmara Leme e à boa vontade da maior parte dos povoadores surgiam as primeiras moradias provisórias, espalhadas pelos campos verdejantes do Lubango, onde se fazia uma agricultura meramente de subsistência. Entretanto foram chegando mais madeirenses, uns em grupo, com passagens pagas pelo Estado, outros isoladamente, assim como vieram, de várias partes do território nacional, funcionários públicos, professores, homens de negócios e de profissões liberais, empregados do comércio e da indústria, agricultores e operários, acompanhados de familiares. A população europeia aumentou, a nativa também, o Lubango cresceu e progrediu, em setenta anos lentamente, mas depois a um ritmo impressionante, superior ao da maioria das cidades de Angola.
In: "Boletim Municipal da Câmara de Sá da Bandeira, 1971".

segunda-feira, 16 de Julho de 2007

ONDE ESTÁ O WALLY ?

Já vi que ninguém me liga ... ehehehehehe
Vejo-me na obrigação de vos deixar pelo menos à procura do Wally:
Vá ... digam lá ... Onde está?
Uma caixinha de ovos moles para quem descobrir ...

Quem sabe? pode ser que assim alguém acorde!

sexta-feira, 13 de Julho de 2007

SEXTA-FEIRA ... DIA 13!

Calma ... não há azar, não senhora.
Hoje é sexta-feira, dia 13, mas não há azar. Por sinal, o nº 13 até é um número de sorte para mim porque é o número do dia do meu aniversário.
Caminhamos a passos largos para o dia 29 de Setembro, data em que nos iremos rever e divertir. Não adormeçam, por favor!
No final deste mês, vão começar a receber as primeiras indicações mais precisas sobre o Programa e a Estadia - local, alojamentos, dormidas, custos, passeio, farra, horários, tempo livre, ... bom, tudo o que faz parte de um tempo que apenas e só a nós nos pertence, longe das obrigações e deveres, apenas com todos os direitos e mais alguns que nos assistem para sermos felizes.
O mês de Agosto é um mês de férias para muitos, para mim, por exemplo, por isso aproveitem para descansar e para, depois de carregarem as vossas baterias, se apresentarem em Aveiro com ânimo, boa disposição e muitos episódios (antigos e novos) para contar.
No "cantinho da cusquice" há lugar para todo(a)s.
Posto isto, fica a recomendação: PREPAREM-SE e aqueles que ainda têm dúvidas sobre a sua presença neste Encontro só vos digo, quem não vier não sabe o que perde. É um peso na consciência que vos vai acompanhar toda a vida ... eheheheheh ...
Entretanto, se quiserem ir dando uma volta pela belíssima cidade de Aveiro ... façam o favor de ENTRAR

sexta-feira, 6 de Julho de 2007

RECORDANDO ... MIRA !!!

Não, não é uma passagem de modelos!
Se isto fosse há 30 anos atrás, estariam todos com calça à boca de sino e camisa de mil flores. O tacão alto disfarçava em centimetros de altura, os kilinhos a mais de largura. Já começo a sentir o cheirinho do Old Spice ... ehehehehe
Bom, falemos então de coisas sérias. Vejam se conseguem identificar na janela dos "comentários" as pessoas que estiveram presentes nesse encontro.
Foto 1

Foto 2

PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - II

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SÁ DA BANDEIRA - DATAS HISTÓRICAS
Resenha Histórica de Sá da Bandeira (Lubango)
1627 - O capitão-mor de Benguela, Lopo Soares Lasso, inicia a primeira expedição à região planáltica, ; 1764 - A notícia das condições excepcionais das terras e do clima da Huila inspiram ao Governador D. Francisco Inocêncio de Souza Coutinho os primeiros planos de ocupação do sul; 1769- É criada a povoação de Alba Nova, mais tarde passada a denominar-se simplesmente por Huila, para onde seguem o capitão-mor António Rodrigues Algarve e o padre Capuchinho, Gabriel de Braga, em missão pacificadora; 1789 - Nomeação para Alba Nova do capitão-mor António Rodrigues Jardim, após alguns anos de vida sem evolução significativa; 1790 - Nomeação do capitão-mor Francisco Inácio de Mira, em substituição do anterior; 1828 - Nomeação do regente Felício Matos da Conceição; 1837 - Nomeação do alferes João Francisco Garcia, fundador de presídios e fortalezas; 1843 - Luz Soriano, funcionário superior do Ministério do Ultramar, apresenta uma Memória em que se reforçam as ideias de Sousa Coutinho sobre a ocupação do Sul; 1845 - João Francisco Garcia regressa a Alba Nova, onde funda um presídio e lança as bases da colonização do Sul, com o apoio de comerciantes que percorriam o interior; 1850 - O Ministro do Ultramar, Marquês de Sá da Bandeira, cria o Concelho da Huila; 1856 - O mesmo titular da pasta do Ultramar manda distribuir terras aos soldados que desejem permanecer na Huila, além do subsídio de embarque, sementes e alfaias; 1864 - Inicia-se a grande estrada que ligaria Moçâmedes ao planalto, pela região de Capangombe, passando pelo Bruco e Tchivinguiro; 1866 - Por esta estrada, o Padre do Espírito Santo, Carlos Duparquet, sobe a Chela e começa a exploração das terras altas, em missão científica e evangelizadora; 1880 - Os bóeres, que desde 1652 se fixaram na África do Sul, fugindo à guerra entre holandeses e ingleses começaram a instalar-se na Huila, depois de diligências efectuadas entre o Padre Duparquet e o Governo de Lisboa; 1881 - Os bóeres chegam à Humpata a 4 de Janeiro, fixando-se ali com o seu gado e haveres. No mesmo ano, Duparquet regressa duma viagem à Europa, acompanhado pelo padre José Maria Antunes, que funda a missão da Huila, mandando arrotear 2000 hectares de terreno e dirigindo uma exploração agrícola em moldes evoluídos, numa tentativa para influenciar os nativos; 1882 - O Seminário de Luanda é transferido para a Huila, anexo ao qual passa a funcionar um internato para nativos, onde se ministra o ensino oficial. No mesmo ano, Duparquet funda a missão do Humbe; 1883 - A 17 de Janeiro, a Humpata ascende à categoria de concelho, com uma Comissão Municipal formada por bóeres, sendo administrador o alferes Artur de Paiva, o qual vem a casar com a filha do chefe da colónia bóer, o comandante Jacobus Botha; 1884 - A 19 de Novembro, chegam a Moçâmedes os primeiros Madeirenses que se destinavam à colonização do planalto, num total de 222 pessoas, entre homens, mulheres e crianças; 1885 - A 16 de Janeiro, chega ao vale do Lubango, num local conhecido por Barracões, a segunda leva de madeirenses, sendo a 19 do mesmo mês fundada oficialmente a colónia de Sá da Bandeira, em homenagem ao Marquês com o mesmo nome, que chefiava o Ministério do Ultramar, ficando a ser dirigida pelo condutor de Obras Públicas, D. José da Câmara Leme. No mesmo ano, chega ao planalto a segunda colónia madeirense, num total de 336 pessoas, 42 das quais se deslocam para as margens do rio Chimpumpunhime, fundando a povoação de São Pedro da Chibia, a 16 de Setembro; 1887 - É construída a residência da Administração da colónia de Sá da Bandeira, sendo a mesma ocupada por Câmara Leme. 1889 - Dado o desenvolvimento desta zona, cria-se o Concelho do Lubango, cujo nome provém de um antigo soba "Kaluvangu" que vivia na região; 1890 - Instala-se nas margens do rio Caculuvar, distante oito quilómetros, uma sucursal da Colónia de Sá da Bandeira; 1891 - É fundada a Missão do Jau. É eleita a primeira Câmara do Lubango, sob a presidência de João Gonçalves de Azevedo; 1892 - Fundação da Missão do Tchivinguiro. Artur de Paiva, administrador do Concelho da Humpata é nomeado intendente da colonização branca em todo o planalto; 1894 - Fundação da Missão da Quihita; 1896 - D. José da Câmara Leme é transferido para S. Tomé; 1898 - Funda-se a Missão do Munhino, como prolongamento da Missão-mãe da Huila, onde os padres Bonnefoux e Lecomte vêm a desenvolver uma acção notável; 1900 - O senso deste ano assinala 1.575 habitantes no Lubango, sendo 1.248 da raça branca; 1901 - A 2 de Setembro é criado o Distrito da Huila, sendo o Lubango elevado à condição de Vila, com a denominação de Sá da Bandeira, começando a Humpata a perder a sua importância militar e administrativa; 1906 - Chega a Sá da Bandeira a primeira professora oficial, Dona Irene Betencourt de Medeiros Portela, com ela começando a instalação do ensino oficial, que antes disso estava confiado às Missões; 1908 - O Governador da Huila, capitão João de Almeida, lança as bases do desenvolvimento da futura cidade; 1910 - Ainda durante o governo de João de Almeida realiza-se a primeira Exposição feira Agro-Pecuária da região; 1915 - O General Pereira D'Eça dá como praticamente terminadas as guerras de ocupação do sul; 1918 - Chegada da Esquadrilha Expedicionária de Aviação; 1919 - Funda-se a Escola Primária Superior, a Associação Comercial e Agrícola, a Associação dos Empregados do Comércio e, provavelmente neste ano, aparece o primeiro jornal, de natureza panfletária, O CLARIM, de Joaquim de Figueiredo; 1923 - Sá da Bandeira é elevada a cidade no dia 31 de Maio, por proclamação do Alto Comissário da República, General Norton de Matos, que teve lugar na residência do Governo Geral, na Humpata, Neste mesmo ano, chega a Sá da Bandeira o caminho de ferro de Moçâmedes; 1929 - A Escola Primária Superior, com ensino até o terceiro ano, dá lugar ao Liceu Diogo Cão. Sá da Bandeira tinha nessa data uma população estudantil da ordem de meio milhar. Funda-se o jornal "Notícias da Huila" sob a direcção de Venâncio Guimarães, sendo chefe de redacção o jornalista Filipe Coelho; 1932 - O Padre Carlos Estermann , que se viria a notabilizar como etnógrafo, assume a direcção das Missões; 1935 - Em função do desenvolvimento de Sá da Bandeira, surge o Vicariato Geral da Chela, sob a direcção do Padre Carlos Estermann. Neste mesmo ano a Huila ascende a Província, sendo a quinta da nova divisão administrativa de Angola; 1937 - O Liceu Diogo Cão passa a ministrar o 7º ano, tendo 150 alunos, e é fundado o colégio das Doroteias, "Paula Frassinetti". Cria-se o AeroClube da Huila; 1939 - É fundado o Rádio Clube da Huila; 1942 - É lançada a primeira pedra da Escola Agrícola do Tchivinguiro; 1949 - O Caminho de ferro, em dircção ao sul, atinge a Chibia, em traçado de bitola estreita; 1953 - O Caminho de ferro, prosseguindo da Chibia, atinge o Chiange; Chegam à Matala os primeiros colonos, no seguimento de um programa de colonização do Inspector Superior, Engenheiro Trigo de Morais, programa que começara com a construção da barragem hidroelétrica sobre o Cunene. Começa a publicar-se o "Jornal da Huila", sob a direcção do Comandante de Marinha, Venâncio Guimarães Sobrinho; 1954 - O ensino local é valorizado com a abertura da Escola Industrial e Comercial e um curso de Professores, que se propunha ser o embrião de futura Escola de Magistério Primário; 1955 - O Caminho de Ferro, em direcção ao leste, atinge a Matala. Funda-se a Corporação dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira; 1956 - Chega a Sá da Bandeira o seu primeiro bispo, D. Altino Ribeiro de Santana; 1957 - A Escola do Tchivinguiro , em funcionamento deste os primeiros anos da década anterior, ascende à categoria de Escola de Regentes Agrícolas; 1959 - Inicia-se em Sá da Bandeira o primeiro movimento pró-Universidade de Angola. A cidade conta por esta altura cerca de 30.000 habitantes; 1961 - É criado o Instituto Comercial; 1962 - O Governador Geral de Angola, Venâncio Deslandes, anuncia a criação dos Estudos Gerais Universitários, em bases que vêm a ser julgadas inconstitucionais pelo Governo de Lisboa; 1963 - São efectivamente criados os Estudos Gerais Universitários, em Luanda, com delegações em Sá da Bandeira e Nova Lisboa. Cria-se no mesmo ano a Escola do Magistério Primário. Funda-se a Editorial Imbondeiro, sob a direcção de Garibaldino de Andrade e Leonel Cosme, que constitui a primeiro movimento editorial angolano. A Câmara Municipal realiza o I° Encontro dos Escritores de Angola. 1966 - Começam a funcionar os Cursos dos 8º e 11º grupos e as Pedagógicas, na Delegação dos Estudos Gerais Universitários: 1968 - Começa a funcionar, na DEGU, o curso de Ciências Matemáticas. 1969 - Extinguem-se os cursos de preparação de professores e criam-se os bacharelatos de Românicas, História, Geográficas, Pedagógicas e Matemáticas. É criada a Escola do Ciclo Preparatório "Marquês de Sá da Bandeira", logo frequentada por cerca de 1.000 alunos. 1970 - O senso deste ano dava à cidade e arredores cerca de 50.000 pessoas e 85.000 no concelho do Lubango. 1973 - Sá da Bandeira festeja o cinquentenário de sua elevação a Cidade, contando, com as áreas circunvizinhas, cerca de 60.000 habitantes, 6.560 alunos do ensino primário na área do concelho, cerca de 4.000 no ensino secundário, meio milhar no ensino médio e outro tanto no ensino superior. Para assinalar a efeméride a Câmara Municipal realiza o Festival Internacional de Música, com a presença de artistas de várias partes do mundo, sob a direcção do pianista Sequeira Costa, e constrói o Monumento ao Marquês de Sá da Bandeira.
1974 - Matriculei-me no Instituto Comercial de Sá da Bandeira
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sexta-feira, 29 de Junho de 2007

PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - I

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FUNDAÇÃO DA COLÓNIA DE SÁ DA BANDEIRA A história de Sá da Bandeira começa naquele dia em que D. José da Câmara Leme viu estender-se ante os seus olhos maravilhados o Vale do Lubango. Vinha o então Condutor de Obras Públicas Câmara Leme a realizar o seu plano de escalar a serra com uma estrada que encurtasse o trajecto entre Moçâmedes e a Huíla, fugindo às invencíveis dificuldades do acesso ao Planalto pelas portas difíceis do Bruco. O Vale do Lubango era um paraíso encantado após as securas do deserto do Namibe e as dificuldades tremendas dos precipícios da Chela terrivelmente enrugada. Encontrar agua límpida correndo a sorrir por entre a vegetação viçosa duma bacia hidrográfica abrigada das ventanias pela protecção da serra devia ser para Câmara Leme a sensação mais forte da sua vida. Cresceu-lhe o entusiasmo no peito. Começou a desenhar-se-lhe "um sonho portentoso na fantasia ardente". Com 28 anos de idade punha nos seus pensamentos todo o ardor e entusiasmo da juventude e todo o patriotismo da sua alma dedicada ao engrandecimento de Portugal.
Andava em curso a pacificação do Sul de Angola, cobiçado por nações estrangeiras vizinhas que procuravam lançar nas terras de Angola as sementes da discórdia e da traição quase descarada. Já então a glória começava a nimbar a figura heróica de Artur de Paiva. Estavam em curso diversas tentativas de povoamento dirigido, nomeadamente na Huíla, Humpata, Palanca e Bibala. Tratava-se de implantar uma nova povoação nas terras desabitadas do Lubango. E logo pensou na sua terra natal - a Madeira.
Escreveu ao Governador-Geral Ferreira do Amaral, dando conta do sonho que lhe empolgava a alma. Chegara a uma região maravilhosa para a agricultura. Havia abundância de água para irrigação. Os terrenos eram férteis. O clima apresentava-se duma amenidade incomparável. As serranias bem arborizadas faziam-lhe lembrar a remota Madeira. Todo o conjunto da região parecia-lhe um pedaço das costas mediterrânicas. A ilha da Madeira, superpovoada, poderia fornecer os primeiros contingentes de povoadores. Seria mais uma bela povoação portuguesa em África, uma povoação de grande futuro!
A ideia encontrara o melhor acolhimento da parte do Governo-Geral. Vinha até ao encontro da preocupação governamental de contrabalançar os contingentes boers, emigrados da África da Sul para as terras planálticas da Huíla, com elementos lusitanos que imprimiriam o carácter português às novas povoações. Mas o Governador-Geral lamentava não poder fazer nada para a concretização do sonho daquele funcionário patrioticamente empenhado. A ideia exposta ultrapassava os limites da administração do Governo-Geral. Era da competência do Ministro do Ultramar. Só em Lisboa se podia gizar o projecto dessa povoação por envolver outras parcelas do territ6rio português, que teriam de recrutar povoadores para o Lubango. 0 Governo de Angola. embora visse perfeitamente a viabilidade do projecto, nada podia fazer para a sua realização. Não tinha meios nem poderes. Era o primeiro obstáculo que se erguia contra o sonho de D. José da Câmara Leme. Mas o ilustre funcionário não era homem que desanimasse às primeiras dificuldades. A resposta do Governo-Gcral de Angola só vinha fortificar a sua ideia, pois, no fundo, apoiava a seu projecto. E o simples condutor de Obras Públicas ao serviço do Distrito de Moçâmedes, de área vastíssima e desconhecida, resolve poder o que não podia o mais alto magistrado de Angola. Alegaria a necessidade duma licença graciosa para retemperar a saúde após a realização do seu projecto de vencer a serrania com uma estrada directa à povoação da Huíla. Não teria vencimentos durante uns meses. Mas a concretização do seu sonho de engrandecimento da Pátria valia bem todos os sacrifícios. O mérito alcançado com a construção da rodovia levada a efeito seria com certeza considerado para deferimento da sua petição, que era justa. Não se enganou nos seus prognósticos. Obteve a graciosa sem vencimentos, como era hábito então.
Partiu para Lisboa, depois de novamente expor oralmente o seu sonho ao Governo-Geral. que o continuava a encarar com o mesmo carinho impotente, sem meios nem competência legislativa que lhe permitissem torná-lo realidade. Era indispensável transporta-lo ao Governo Central e acompanhar de perto o resultado de todas as diligências. Chegado à Capital da Nação, Câmara Leme bateu às portas do Ministério da Marinha e Ultramar, cuja pasta era então sobraçada pelo grande escritor e jornalista. orador, dramaturgo e historiador Manuel Joaquim Pinheiro Chagas, no último Ministério sob a presidência de Fontes Pereira de Melo.
Pinheiro Chagas dedicava ao Ultramar todo o seu carinho e inteligência. Durante os dois anos do seu Ministério, conseguiu estabelecer comunicações telegráficas por cabo submarino entre a Metrópole e Angola; iniciar a construção dos caminhos de ferro de Luanda; criar os serviços de abastecimento de agua a Luanda: desenvolver o povoamento do interior do Distrito de Moçâmedes - Planalto da Huíla; criar o Distrito do Congo e estabelecer a navegação fluvial do Zaire, além de obras semelhantes nas outras Províncias Ultramarinas.
Era realmente o Ministro de que precisava Câmara Leme. Não lhe foi difícil expor o sonho que lhe enchia a alma. O seu entusiasmo sugeria-lhe palavras eloquentes capazes de empolgar a mente do Ministro tão profundamente empenhado na obra de valorização do Planalto da Huíla.Conseguiu com relativa facilidade o instrumento legal que criava, no Lubango, a "Colónia de Sá da Bandeira". Mas imputava-se também a Câmara Leme a responsabilidade de recrutamento, na Madeira, dos elementos da nova “colónia" e a direcção da sua instalação nas promissoras terras da Huíla.
Dificuldades encontrou-as Câmara Leme no Funchal para recrutamento da gente que precisava. As entidades oficiais não lhe prestavam a colaboração leal, que esperava. Por isso não pôde escolher os elementos que desejava. Teve de se contentar com os que lhe deram. Mas não desanimou. Tomou conscientemente sobre os seus ombros o pesado encargo de desbravar as almas e de formar agricultores de homens e mulheres que de lavoura nada ou quase nada conheciam. Já se acostumara em Angola ao ensino de hábitos de trabalho a inteligências mais rudes e viciadas. Todos dispunham de braços e corpos sadios para o trabalho. Forneceram-lhe as verbas indispensáveis para a compra de ferramentas e aquisição das sementes e plantas que tencionava aclimatar. Sabia, por conhecimento pessoal, que a Missão da Huíla sob a orientação do Padre José Maria Antunes. estava a realizar valiosíssimas experiências no campo agrícola. Era um importante ponto de apoio para a sua iniciativa. Daquele Missionário e dos seus colaboradores esperava Câmara Leme não apenas assistência religiosa da nova povoação mas também a prestimosa colaboração agro-pecuária. que evidentemente lhe foi prestada pelo Superior daquela Missão, no qual ardia o mesmo espirito de pioneiro e de patriota. Com 222 colonos, com as alfaias agrícolas que pôde adquirir e com as sementes e espécies vegetais que lhe pareceram mais adequadas, embarcou D. José da Câmara Leme no transporte «Índia». que os deixou em Moçâmedes em Novembro de 1884.
O Governador de Moçâmedes, Sebastião Nunes da Mata, conforme as ordens emanadas do Governo-Geral, deu-lhe as instruções e a orientação indispensáveis para a realização do seu projecto. A travessia do Deserto e a subida da serra foi uma epopeia, em que o Director teve de evidenciar todas as qualidades de chefia e de autoridade. Chegados ao Lubango nas vésperas do Natal, meteram ombros à tarefa urgente de criar uma povoação próspera e desenvolver condições de vida na selva que começaram a desbravar com denodo. Em menos de trinta dias realizaram os trabalhos indispensáveis para fazer a inauguração oficial da "Colónia de Sá da Bandeira", em 19 de Janeiro de 1885. Em 18 de Junho deste mesmo ano embarcou no transporte "África" novo contingente de colonos, cuja selecção já obedeceu a melhor critério. Esta segunda leva de madeirenses chegou ao Lubango exactamente no dia 19 de Agosto de 1885, perfazendo, nesse ano o número global de 428 pessoas.
Os colonos madeirenses instalaram-se no Lubango para se arreigarem definitivamente à terra com todas as tradições e riqueza humana do seu berço natal. Não foi vertiginoso, mas foi seguro o crescimento de Sá da Bandeira que em 1889 era elevada a sede do concelho do Lubango.
Em 15 de Janeiro de 1891, reunia a sua primeira Câmara Municipal, sendo eleito seu primeiro Presidente João Gonçalves de Azevedo.
E o velho Lubango tomou definitivamente o nome de Sá da Bandeira, quando em 1901 foi criado o Distrito da Huíla com sede na vila de Sá da Bandeira, então elevada a essa categoria. Consulta ao "Boletim Municipal da Câmara de Sá da Bandeira, 1971".

terça-feira, 19 de Junho de 2007

A PRÓSTATA E O DIVINO

O nosso colega António Pedro Saraiva Coutinho, acaba de publicar mais um livro - A Próstata e o Divino.
Trata-se de uma História de Vida contada na primeira pessoa. Um relato que evidencia estados de alma e de espírito, quando é preciso encarar a vida de frente, enfrentar adversidades e sorrir para o futuro ... com garra.
Um livro de fácil leitura que se por um lado releva a fragilidade humana, consegue ao mesmo tempo mostrar a força de lutar, a coragem e, principalmente a vontade de viver quando a resignação quer a toda a força tomar o lugar dos sonhos.
Um livro que já se encontra nas prateleiras da Biblioteca deste Instituto e que se recomenda, por tudo

Aproveitando a oportunidade, recorda-se que existe um outro livro deste colega na nossa Biblioteca do Instituto - Estórias D´Aquém e D´Além-Mar. Trata-se de um trabalho literário onde a ficção se cruza com registo da vida real em terras angolanas. Ambos os livros são prefaciados pelo Mário Frota, um moçamedense de corpo e alma.

Se bem se recordam, e avivando a memória dos mais afectados no seu PDI, António Pedro Saraiva Coutinho, colaborou em Angola na Rádio Clube da Huila e na Rádio Comercial de Angola. Já em Portugal, desde 1975, integrou os quadros do pessoal da RDP-Centro.

segunda-feira, 18 de Junho de 2007

ESCLARECIMENTOS

Aditamento à Circular nº 2
Sumário: Esclarecimentos sobre BLOG - Dúvidas e Informações das Circulares
Dúvidas e Informações
1 - Têm chegado alguns pedidos para reenvio de uma "2ª via" da primeira circular, tendo em conta que apenas agora foi possível encontrar os endereços electrónicos de alguns dos colegas. Um dos propósitos do Blog, nesta fase, é a de concentrar toda a informação importante. Todos os email enviados, serão republicados no BLOG. Desta forma, todos os interessados que não tenham tido acesso à 1ª Circular, poderão encontrá-la no BLOG do Instituto:
Esclarecimentos sobre o BLOG
1 - É o nosso livro de ponto. Todos os sumários ficarão lá registados.
2 - É um espaço aberto a novas ideias, iniciativas, divulgação de acontecimentos que considerem importantes, legislação que se entenda que deva ser divulgada, encontros e convívios, livros para divulgação, e tudo aquilo que sirva de informação e de pretexto para uma maior ligação entre os colegas
3 - Para que tal aconteça, basta enviar por email ou fazer um comentário no BLOG. Todas as pretensões, propostas e ideias terão a maior atenção.
4 - Neste momento, do conteúdo do BLOG, para além de alguns links que parecem úteis, existe um contador de visitas e uma rádio com música africana. Por isso, faz favor de quando estiverem a navegar, ligarem as colunas. Por outro lado, assim que os colegas interessados fizerem chegar Blogs pessoais ou a divulgação de empresas e escritórios que se encontrem na net, será criado igualmente um espaço para tal.
5 - A base de dados electrónica vai sendo completada pouco-a-pouco. Têm chegado alguns endereços que ainda não faziam parte da lista que vos têm sido enviadas, contudo, há muitos endereços que enviam que já existem. Mas continuem que estão a agradar.
6 - Têm igualmente chegado imensas mensagens a confirmar a recepção, a agradecer, a sugerir, a dizer se podem ou não podem vir, etc, etc, etc. Todas as mensagens são bem recebidas e, se nem sempre recebem uma resposta individualizada, é apenas por falta de tempo para o poder fazer a cada um. Mas estes contactos são a prova de que tudo é tomado em boa conta.
7 - Quem já confirmou a correcção dos seus emails através da recepção destes comunicados, não necessita de o estar a fazer sempre. Quanto aos endereços electrónicos que têm estado a ser devolvidos, continuarão a ser enviados estes comunicados na expectativa de que apenas estejam cheios e venham posteriormente a ter espaço. Fica a esperança. Depois do encontro de Aveiro, terão de ser eliminados, obviamente.
8 - Importante: colocar o Blog nos Favoritos.
9 - Por fim, naquilo que todos estão à espera, - o PROGRAMA - cumpre informar que já está tudo tratado a tempo e horas. Não serão ainda dadas essas informações mais importantes porque senão, com tanta antecedência, esqueciam-se da data e, deixavam de vir ao BLOG ... ehehehehehehe ... mas, em tempo útil (Agosto) TODOS ficarão a saber TUDO. Com prazos para cumprirem, obviamente.
Nota: não se esqueçam, para o dia 29 de Setembro ... faltam apenas 3 meses!

domingo, 10 de Junho de 2007

POSTAIS PARA O ENCONTRO DO DIA 29 DE SETEMBRO/07 NA ZONA DE AVEIRO

Depois destas imagens, será possível
alguém faltar ao encontro?
... Será possível?
Então ... Regista JÁ!
Dia 29 de Setembro de 2007
.

ENDEREÇOS ELECTRÓNICOS (AAICSB) - NECESSIDADE EM COMPLETAR A LISTA

Circular nº 2 - Primeiro Aviso
Sumário: endereços electrónicos incompletos e necessidade em os completar.
Criação de um BLOG:
Olá gente boa!

Por incrível que possa parecer, da mais de uma centena e tal de endereços para as quais foi enviada a 1ª circular a referir o nosso encontro em 29 de Setembro de 2007, na zona de Aveiro, apenas 33 parecem, aparentemente, ter recebido essa primeira missiva. Pelo menos, foram os únicos que até ao momento, manifestaram a sua recepção, conforme tinha sido solicitado.

Muito embora, apenas 12 endereços tenham sido devolvidos, NADA me faz garantir que todas as restantes tenham chegado ao seu destino e neste momento, a TODOS quantos foi enviado, já saibam a hora e o local do nosso tão esperado convívio.

Espero POR ISSO, que desta vez confirmem a recepção do email.Não custa nada, basta dizer OK (para não perderem muito tempo na resposta.)

Por outro lado, apenas a Nela Abrantes e a Fernanda Couveiro, enviaram alguns endereços de colegas que possuíam na sua agenda. Foram as únicas.

Seria importante, completar o mais possível, electronicamente, a nossa agenda de endereços pois, na relação que existe de anos anteriores, encontramos 154 colegas que têm apenas a indicação de telefones e morada postal, o que como devem entender, encarece e complica mais o nosso trabalho de informação e divulgação. Era MUITO IMPORTANTE encontrar o maior número de endereços electrónicos, aguardo a vossa colaboração.
Todo(a)s aquele(a)s que já confirmaram a recepção ou venham a confirmar, receberão emails com regularidade até ao encontro. Os restantes, receberão apenas a carta com todas as informações para o encontro em finais de Agosto

Entretanto, com a criação deste BLOG, poderemos ir vendo até lá, algumas notas, informações, comentários e ... paisagens!

Espero que se divirtam, como eu me tenho estado a divertir ... ehehehehehehe!

  • CONFIRMARAM A RECEPÇÃO
  • Ana Couto - Cândida Ferreira - Elizete Oliveira - Emília Barros - Elizete Oliveira - Fernanda Pereira Gomes Couveiro Abreu - Glória Russo - Fátima Idalina Fernandes - Maria Arlete Jardim Mendonça - Maria Teresa dos Santos - Manuela Abrantes - Marinela Amaral - Maria de Fátima Chambele Lopes - Maria de Fatima Morais Salavisa - Maria João Simões - Odete Henrique Areias Nogueira - Salomé Martins Dias - Stélia Godinho
  • André Lopes - Augusto Rosa - Belarmino Ribeiro - Carlos Matias - Duarte Ferraz - Fernando Gomes Pinto - Francisco Neto - Hélder Braz - Heriksson - José Alfredo Oliveira - José Lagoa - João Carlos Aleixo - Mário & Zyra Martins - Raul Lopes - Vasco Sousa

  • EMAILS DEVOLVIDOS

hamilton_ramalho - isabel.minas - antonio.mateus - esmeralda brunido - c.garcez - igiestas (professor) - imsamonteiro - margareth.ferraz - carlos guedes - mafaldahomem - antonio_teixeira_andrade - julio_pires_sousa (professor) -mariajoão simões

Deixo-vos com a imagens de "casinhas" da praia da Costa Nova (Aveiro)

Madalena

quinta-feira, 24 de Maio de 2007

2007 - ENCONTRO DOS ANTIGOS ALUNOS E PROFESSORES DO INSTITUTO COMERCIAL DE SÁ DA BANDEIRA

Pois é, está encontrada a data e o local, para já o mais importante: Dia 29 de Setembro, num cantinho muito sossegado na bonita zona de Aveiro.
De momento, apenas fica esta informação para que vos fique a criar água na boca. Muito em breve, receberão novos detalhes. Quem não vier ... NÃO SABE O QUE PERDE!!
Acreditamos que as condições criadas, darão oportunidade a que TODOS nós possamos disfrutar de bons momentos em são convívio, seja recordando "velharias", partilhando a amizade ou, disfrutando da paisagem e dos belos recantos de que esta região é riquíssima. Já nem quero falar sequer na Gastronomia. Ai os ovos moles ...
Bom, adiante.
Já a todos foi enviada a primeira circular, que vou reproduzir, que teve em vista procurar aproximar-nos mais, via net, facilitar os contactos e torná-los mais rápidos. Ao alcance de um "clik". Simplex, como diria o ... "outro".
É importante que TODOS confirmem ou corrijam os endereços recebidos.
Mas é igualmente importante que enviem para
instituto.sadabandeira@gmail.com, TODOS os endereços que têm de outro(a)s colegas, ainda que pensem que já constam da base de dados.

Aguardem então por mais notícias. Até breve!

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Circular nº 1 - Primeiro Aviso Sumário: data, local, endereços electrónicos Olá boa gente 1 - Na impossibilidade de levarmos a efeito, na data anteriormente prevista, o Encontro dos Antigos Alunos e Professores do Instituto Comercial de Sá da Bandeira, informa-se que, de forma a garantir os melhores preços e um programa que procure mobilizar grande parte dos nossos colegas, o mesmo passou para o dia 29 de Setembro de 2007, na bonita zona de Aveiro. 2 - Nesta primeira fase, informa-se que foi criado este email, através do qual, será enviada e recebida toda a correspondência relativa a este próximo encontro. Pretende-se assim uma maior interacção da organização com todos os colegas. Deste modo: a) - Agradeço que quando receberem este email, a PRIMEIRA coisa a fazer é copiá-lo para a vossa lista de endereços. b) - A SEGUNDA coisa, é ACUSAR a recepção do email. Provavelmente, haverá a devolução no caso de erro, contudo, agradeço uma resposta de confirmação da recepção deste email. c) - Por fim, agradeço que verifiquem nos endereços para quem foi enviado o email, se por acaso, falta o endereço de alguém que conheçam. Nesse caso, enviem para instituto.sadabandeira@gmail.com, esse endereço electrónico, a fim de completarmos a lista e mais tarde TODOS poderem receber nas próximas circulares, TODO o tipo de informação considerada importante para o encontro. 3 - A próxima circular será enviada brevemente, já com pormenores mais detalhados do nosso encontro Continuação de uma boa semana ... de trabalho. Madalena