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sábado, 21 de Novembro de 2009
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
domingo, 11 de Outubro de 2009
quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
ENCONTRO DO FUNDÃO - CRÓNICA DO BOM MALANDRO
Crónica do Alambique de Ouro – Fundão
Caros Colegas/Amigos
Tendo em conta as minhas elevadas funções, como membro (afectivo) do triunvirato que agora cessa o mandato, comandado pela Generala Adelina Matos (esta malta anarquista precisa de mão forte (e inflexível senso), sem a qual nem se governa nem se deixa governar (bem hajas Adelina!), não me foi possível acompanhar todas as divagações do Grupo.
No entanto, não posso deixar de referir que na Erada, após o almoço de cabrito recheado de arroz (deslocarmo-nos tão longe para degustar cereal com bode!) e, por entre montes e serras bravias, quase como surgindo do nada, deparámos com uma pista de Karting, onde como opção da Generala, ficámos abandonados à sorte, eu, o impetuoso Mário Martins (mais conhecido como Very Nice) e o “budista” Amazonas. De capacete arreado até ao pescoço (difícil foi enfiar o capacete naquela cabeça avantajada) e após prévio reforço dos amortecedores e alargamento do carro de combate, eis que aquele colosso de Rhodes (os seus 130 kilos documentam por si), se
faz à pista. Vendo aquele bólide disparado como uma flecha e com medo de serem esmagados por aquela fera indomável, todos os outros competidores (que pelos visos eram espanhóis) deixaram a pista livre aquele “pseudo” campeão…
O Very Nice, jura (pelo sangue da galinha) que atingiu a velocidade de 120 Km horários (fantasias de criança adormecida…), quando, o que nós presenciámos, foi uma velocidade média de dois Kms/hora (e estou a ser muito benévolo na mensuração), tendo em conta as vezes que foi necessário o comissário de pista (o nosso colega Zé Manuel – “Caçula”) empurrá-lo, devido às sucessivas paragens, porque o motor (mesmo previamente reforçado) não dava conta do recado… De qualquer forma, foi-lhe dada a bandeirada, terminando em 1º lugar, à campeão, sem adversários visíveis e invisíveis!
Na continuação do nosso passeio e entre oportunas e sábias intervenções da Generala, quer no domínio Histórico, quer na vertente da Natureza (parabéns pelo bom trabalho de casa), chegámos à aldeia de Monsanto. Fiz a subida ao castelo, acompanhado pelo Victor Couto, que desgastado pelo esforço e pelo calor, esbaforido, espumava e transpirava por tudo quanto era lugar e, finalmente, esparramado sobre a muralha granítica, ofegante e quase moribundo, dizia-me numa linguagem do outro mundo, por entre lágrimas de sofrimento expresso: Oh Aleixo, tenho que começar fazer ginástica, senão um dia morro (que verdade insofismável!)! Este desabafo de alguém abatido pela gordura sumptuosa, abafado pelo ventre inchado, deixou-me deveras taciturno e triste, sentimento que se prolongou e que me martirizou durante todo o restante encontro, como os restantes colegas puderam testemunhar…
Mas, para compensar esta angústia incómoda e reflexiva, nada melhor que o jantar e o baile no Alambique de Ouro?! E aqui, num cenário quase surrealista, com foguetório a condizer e casamento à mistura, os dotes de um famigerado cantor (já se tinha feito notar, timidamente, no autocarro) explodiram numa actuação soberba!
Entoando pela enésima vez a famosa cantilena “ O que é que você vai fazer no Domingo à tarde”, de joelhos, numa atitude piedosa e confrangedora, o Atanásio deu um espectáculo de uma qualidade nunca antes ouvida (de como não se deve cantar), com uma voz límpida, forte e, sobretudo, harmoniosa, de fazer inveja a qualquer tenor universal (coadjuvado, no autocarro, pelo não menos invulgar cançonetista Matos). No caso presente, diremos, com toda a justiça, que a cópia foi melhor que o original! Continua rapaz, que os “Óscares” não se farão esperar!
E entre merengues, tangos, outras melodias dançáveis e actuações invulgares de outros cançonetistas, a nossa colega “Cuca” (que raio de impropério!), indiferente a tudo e todos, tranquilamente, lia, relia e decorava a listagem dos autores e respectivas canções (milhares…) que compunham o acervo do “Disc Jockey”, para relembrar os tempos idos… Como há vidas exóticas! Só quase no fim da festa se lembrou que a festa era para dançar e aí deslumbrou com os seus bamboleios de dançarina convicta!
Termino, relembrando/anunciando que o próximo encontro terá lugar na zona do Oeste (Nazaré, Óbidos, Lourinhã…) e que estará a cargo de triunvirato (de novo, este modelo de organização?!), constituído pela Nela Abrantes, Cândida e ELizete. Em nome da organização, ficamos gratos pela Vossa colaboração,
João Carlos Aleixo
quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
ENCONTRO DO FUNDÃO - AJUSTAMENTOS
Dia 3 de Outubro (Sábado)
Dia 4 de Outubro (Domingo)
- Almoço na aldeia histórica de Monsanto às 13 horas, que vai constar de piquenique servido por especialistas na área da restauração.
Inscrições:
Estamos juntos,
Adelina Chambel, Fernando Matos, João Carlos Aleixo
quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
PROGRAMA DO CONVÍVIO NO FUNDÃO
A Vossa presença, bem como a boa disposição, serão outros dos ingredientes essenciais para que o convívio tenha o sucesso das outras realizações anteriores.
Despeçam-se da rotina, da vizinhança, do cão, do gato, do papagaio e venham à festa - tragam apetite, alegria e o molejar dançante do corpo - e deixem o resto por nossa conta.
PROGRAMA:
Dia 5 - Segunda Feira - Adeus, que já me vou embora.
Hotel Alambique - PREÇO DOS QUARTOS:
- Quarto single - 42,50 euros por noite
- Quarto duplo superior (Nível I) - 62,50 euros por noite
- Autocarro (para as deslocações ao almoços do cabrito, do piquenique e passeio pela Serra) - 10 euros
A estadia no Hotel será paga na respectiva recepção na hora da saída e as restantes despesas serão dsembolsadas nos locais dos eventos à Comissão de Festas.
quarta-feira, 15 de Julho de 2009
PROGRAMA PARA O CONVÍVIO DE OUTUBRO 2009
Caros Colegas (Mukamba )
Cumpra-se ….. democraticamente
Como nota prévia, as nossas desculpas (que se prendem com razões logísticas) por só agora podermos anunciar o programa das festas da habitual confraternização que este ano terá lugar no Fundão nos dias 3 a 5 de Outubro do ano corrente (programa abaixo).
Como sabem, temos a missão de visitar as cinco partes do Mundo (nem o Camões conseguiria tal feito) para que todos os colegas que estão espalhados pelos confins do Universo (Terreno e Celestial) possam comungar e partilhar destes momentos de amizade e sã convivência. Assim, desta vez, iremos respirar o ar da Serra, saborear a gastronomia beirã e visitar algumas aldeias históricas, tentando, desta forma, contribuir para uma melhor qualidade de vida, na senda do que já havia acontecido no ano passado com a visita às termas de S. Pedro do Sul (houve colegas que rejuvenesceram pelo menos 20 anos e esperamos que se repita a dose - temos a impressão que alguns irão aparecer de cueiros) - os colegas acantonados pelo Norte do País não inventem desculpas, pois o Fundão é já ali!
Portanto, esqueçam as vossas preocupações rotineiras com as imparidades (esta palavra faz-nos pensar, deveras, nas relevações e metafísicas contabilísticas), com as minudências das autoavaliações dos professores (sacrossanta ministra) e outras perturbações mundanas.
Colegas, é sempre uma oportunidade única a alegria de um reencontro, o abraço a alguém deslocado no tempo, a palavra amiga não ouvida diariamente, o pé de dança já esquecido... Todos ainda seremos poucos para festejar! Traz mais um colega, um amigo, procura-o, incentiva-o, vem "brincar" connosco!
Não deixem para amanhã o que podem (pensar) resolver hoje, não inventem tergiversações de última hora e aperaltem-se para a festa de arromba - esperamos-vos de braços (e alma) abertos! Amanhã, vou acender uma vela à Muxima...
As respostas devem ser enviadas para: instituto.sadabandeira@gmail.com. Para outras informações devem consultar o site:
http://institutosadabandeira.blogspot.com/
Programa (Projecto)
Para informação, aqui fica o sugestivo programa:
Sábado, dia 3 de Outubro - (Facultativo)
- Almoço de um cabrito “divinal”, subida à Serra da Estrela, descida a Belmonte e provavelmente uns petiscos.
Domingo, dia 4 de Outubro (Programa Oficial)
– Saída para as aldeias históricas, designadamente Monsanto (estamos a fazer os possíveis para ter uma visita guiada), depois seguiremos para Idanha a Velha (possívelmente também com visita guiada) onde está previsto um piquenique sobre uma ponte romana (se a metereologia o permitir). Regresso ao Hotel e para quem quiser há piscina, jogos, massagens e um bom òòó. À noite o jantar "solene" e a festa explosiva até o sol raiar.
Segunda, 5 de Outubro – Regresso
Os colegas ficarão instalados no Hotel Alambique no Fundão que dispõe de piscina interior aquecida e exterior a uma temperatura óptima, dependendo da época do ano; massagens; jardim exterior do resort; a Serra da Estrela e a da Gardunha em pano de fundo da paisagem e o vale da Cova da Beira no embalar dos encantos……. O restante fica para o imaginário de cada um …. Nem que essa imaginário seja a Tundavala ou a Serra da Leba.
Desenvolvimentos financeiros:
O preço dos quartos + luxuosos e dos outros, atendendo à estadia por 3, 2 ou 1 noite, sempre com pequeno almoço incluído, com um excelente "petit dejeuner" oscilará entre os 45 e 60 euros por quarto/noite..Os restantes valores para o orçamento global surgirão proximamente, bem como referências ao local de encontro, horários, etc.
Nota muito importante: Brevemente, teremos os preços confirmados para tudo quanto constitui encargos financeiros do programa do encontro, relembrando sempre que os proveitos superam os encargos e são de difícil quantificação, o que implica um Resultado com LUCRO assegurado.
E sem mais delongas,
Adelina Chambel
Fernando Matos
João Carlos Aleixo
segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
ENCONTRO DE S.PEDRO DO SUL - PASSEAR, COMER E ... FARRAR.
ENCONTRO DE S.PEDRO DO SUL - PASSEAR, PASSEAR E ... PASSEAR
CRÓNICA DAS TERMAS ANUNCIADAS
Encontro de 2008 – S- Pedro do Sul
Pois é, caros colegas, este encontro foi uma viagem ao futuro (que para alguns já é presente), uma verdadeira fonte de rejuvenismento, da aprendizagem da arte de bem comer e beber e da
(potencial) recuperação física do corpo e da alma (sim, porque a alma também tem corpo?!), através de banhos (paradisíacos?!) naquelas águas sulfídricas, e porque não dizê-lo, pútridas e mal-cheirosas (felicidade a quanto obrigas). Para alguns, o simples lavar de mãos naquele líquido cavernoso, operou verdadeiros milagres (há saída do Hotel, reparei que nos cestos do lixo, “jaziam”, inertes, enxertos ortopédicos, próteses dentárias, muletas e quejandos, de modo que as bagageiras dos colegas estavam repletas de tudo quanto era cremes, sabões, champôs, e quejandos... Tudo a bem de uma potencial juventude e quiçá imortalidade!
E como estão transmudados os meus colegas desde a última jornada: O janota do Fernando Matos apareceu vestindo umas calças brancas e camisola vermelha, calçando uns sapatos vermelhos (a condizer) e meias de descanso (uns colegas afirmavam que eram de vidro, mas para mim são detalhes despiciendos, porque o importante é que trajava meias), para gáudio dos benfiquistas (e porque não dos sportinguistas), tendo em conta aquele equipamento original (com o detalhe das chuteiras vermelhas, “JC”! Este “JC” intriga-me até hoje!). Outro, optou pelo retiro espiritual e venerando cada vez mais Baco e os prazeres desmedidos da solene gastronomia, converteu-se no “Buda Amazonas” (na forma e no conteúdo) que uns quantos seguidores idolatram e veneram! Há quem, em contraponto, se tenha dedicado ao estudo e descoberta de remédios miraculosos (que não água termal) para os excessos cometidos pelos colegas nestes encontros e os salve de uma potencial “caganeira”... (desde já, agradecido, Dr. Artur Matos – espero um destes dias fazer-te uma visita de cortesia, para consulta preventiva...). Outros há, que devido ao seu constante dinamismo (hoje, estas pessoas são denominadas hiper-activas), nas “horas mortas” (nunca compreendi bem esta expressão) se dedicam à “jogatana”, designadamente ao bilhar e que não contentes com o seu desempenho (ouvi dizer, que de uma mediocridade a roçar o péssimo, mas que se julgam campeões) me ousam convidar para um duelo, a mim, um ex-profissional (com provas dadas) e formado em Academia ainda por inventar – um recado ao Cachiço: vai treinando meu filho, vai treinando, que só pela forma como colocas as mãos no copo do uísque (aí sim, um dinamismo sem precedentes) demonstras que não tens qualquer perfil de homem do taco – como ousas desafiar-me, a mim, um campeão de vitórias inquestionáveis no Mundo e arredores? Não posso ainda deixar de referir, o progresso de algumas colegas na dança: elas inventam passos, volteiam arrebatoras ao ritmo da música, domesticam o seu parceiro a bel-prazer (possivelmente, como consequência directa dos efeitos regeneradores dos auspiciosos banhos termais), enquanto outras continuam cada vez mais agarradas às cadeiras da contemplação...
E, sinceramente, valeu a pena “contemplar” aquele “tocador”, que se apresentou discretamente
como um trovador tipo “Tom Jobim”, mas que depressa se confundia (e nos confundiu) nos passes de viras, merengues, sambas, tangos, valsas (e sei lá mais o quê), acompanhado pelo assessor “desdentado” mas de bom humor: Não fora a pronta intervenção do nosso colega (não me recordo do nome) na percussão e não se teria iniciado o baile... Bem hajas, Vasconcelos, pela escolha do dueto inenarrável! (O vocalista, no fim, até já perorava de tanta felicidade, pois nunca tinha tido semelhante plateia!)
Mas, pese a música “afinada”, (adequada, sem sombra de dúvida, ao desempenho dos dançarinos), uma palavra de agradecimento pela organização do evento ao Vasconcelos – Tudo estava no seu lugar, no momento e ritmo certo, na hora oportuna! O nosso colega, sempre discreto (como é seu timbre), com um lápis (possivelmente seria uma caneta,) e um simples papel, controlou todo o processo com uma eficácia (ainda não consagrada nos manuais de Finanças/Planeamento e Controlo) de fazer inveja! E tudo no silêncio dos Deuses!
Antecipadamente, tinham-me referido que o rapaz não dominava a informática, mas desta forma tão sublime e desenvolta, para que precisa de computadores? Para que necessitava dos restantes organizadores (os irmãos Couto – alguém os viu na assessoria)? Estes, possivelmente, por se julgarem inúteis, auto excluiram-se das tarefas...O Victor Couto, ainda o vislumbrei na “assessoria” ao Buda, enquanto a irmã não parava de indagar onde eram as fontes da água termal...
Bem, para o ano, a organização do encontro está ao cargo da Adelina e do Artur Matos, com a assessoria (?!) deste subscritor (mais uma vez), e que à partida ocorrerá no Fundão. Até lá,
Um abraço, João Carlos Aleixo
sexta-feira, 12 de Setembro de 2008
quinta-feira, 17 de Julho de 2008
PROGRAMA ENCONTRO 2008
HOTEL DO PARQUE
Telef: 232 723 461
PROGRAMA
Dia 27-09-2008 SÁBADO 11.00H – RECEPÇÃO NO HOTEL DO PARQUEquinta-feira, 10 de Julho de 2008
ANO NOVO ... NOVO CONVÍVIO
Calma, NADA está esquecido, muito em breve surgirão aqui novidades
quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
sábado, 13 de Outubro de 2007
COLABORADOR(A)ES ... PRECISAM-SE !!!
segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
segunda-feira, 1 de Outubro de 2007
PENSO EU DE QUE ...
domingo, 30 de Setembro de 2007
2007 ACABOU ... VIVA 2008
OOOOOOOHHHHHHHHHH ... QUE PENA!
Emília Barros Madalena, olá Acredita que tenho pena de não estar junto de todos, espero no próximo ano finalmente estar presente neste convívio, desejo do coração que tudo corra pelo melhor, seja um dia inesquecível e que seja um sucesso pelo teu empreendimento. Peço-te que dês um abraço a todos por mim. Bom convívio! Um beijinho para ti Emília ____________________ Alberto F Pereira Caros Amigos Não posso juntar-me a vocês pois estarei ausente do país. Um abraço a todos e mantenham-me informado Alberto A Ferreira Pereira (Beto ICSB 1968/70) ____________________ José Alfredo Oliveira Cara Madalena Continuo no Lobito e terei k no final desta semana estar no Kuito, e com muita pena não poderei estar aí com a nossa malta... Assim embora não esteja fisicamente presente irei estar convosco embora com muita pena não rever amigos k só nessas ocasiões é k nos reencontramos Transmite um abração meu para todos colegas Beijinhos J Alfredo Oliveira ____________________ Augusto Rosa No próximo dia 28/09/2007, pelas 15 horas, irei efectuar um cateterismo cardíaco no Hospital Cuf – Infante Santo em Lisboa, situação essa que obriga a – pelo menos – um dia de internamento. Face a esta ocorrência, não poderei estar presente neste grande convívio (pela primeira vez). Espero no entanto que tudo decorra dentro do melhor espírito de amizade e alegria. Um abraço Augusto Rosa ____________________ Fátima Salavisa Não vos posso ver mas, estarei convosco no meu pensamento nesse dia.Os chocolates e os pacotes de macadamia nuts são para todos. Era essa a minha intenção. Na altura em que comprei essas coisitas calculei que só trinta e tal pessoas iriam e agora sinto-me envergonhada por ser tão pouco.Também tenho muita pena de não ter posto mais umas tantas caixinhas de rebuçados sem nome. Depois de estar tudo no correio o Carlos Ventura e o Tito Fontes inscreveram-se. Fiquei com muita pena! Resolvi fazer isto a ultima da hora e enchi-me de pânico com medo que já fosse muito tarde. Não foi muito bem planeado. Dá-lhes um abraço e pede-lhes que me desculpem, sim? Oxalá se divirtam muito e que tudo corra muito bem.Obrigada, Madalena. Um beijo para ti. ____________________ António Mateus Este ano não posso estar presente. Como sabes não vivo em Portugal e as coisas nem sempre se ajustam.Recebe um beijinho da Lena e um grande abraço meu,António Mateus ____________________ Idalina Fernandes Tenho pena mas ainda não é desta vez. Muitos beijinhos e um grande abraço a todos os que estarão presentes. Idalina Monteiro Fernandes ____________________ José Gil Eu e a Laura Velosa não podemos estar presentes por estarmos em Angola, e nessa data não podemos ir de férias, mas de qualquer modo obrigado.Um grande abraço ____________________ Raul LopesComo sabes, só por manifesta impossibilidade não estarei convosco. Espero que possas e, se quiseres fazer o favor de ser portadora da minha palavra, eu agradeço-o. A vós colegas de várias gerações deixo o meu abraço e votos de contínuo sucesso na vida de cada um. Infelizmente este ano não me é possível estar nesta jornada de confraternização mas, nas voltas da vida, espero poder num próximo encontro estar no meio de vós e, através da nossa colega e grande amiga Madalena, cada uma das colegas receba um beijo e cada um dos colegas receba um abraço.O meu obrigado e até sempre ! ____________________
Vitor Couto
Cara colega Madalena, Mais uma vez não vou estar presente neste magnifico evento, em virtude de me deslocar de 20/9 a 8/10 a Moçambique. Caso seja possível gostaria através da tua pessoa que comunicasses a todos um forte abraço meu e que tudo decorra com a alegria e copos possível. Abraços Vitor Couto
sexta-feira, 28 de Setembro de 2007
Detalhes ... apenas
sábado, 4 de Agosto de 2007
ÚLTIMOS RETOQUES
PEQUENA CORRECÇÃO AO PROGRAMA
INSCRIÇÕES RECEBIDAS PARA DIA 29 DE SETEMBRO EM AVEIRO
TOTAL (provisório) - 82
FOI ASSIM ...
sexta-feira, 3 de Agosto de 2007
ENCONTRO EM AVEIRO - PROGRAMA
1 – PROGRAMA COMPLETO – 83,50 euros (por pessoa em quarto duplo) a) Passeio de Barco pela Ria de Aveiro Concentração no Canal Central, em frente ao Turismo, às 10,45horas. Partida na lancha às 11.30 horas, no Cais do Rossio para passeio pela ria de Aveiro até S. Jacinto – Casa Abrigo para conhecerem e desfrutarem dos encantos deste pequeno paraíso. Saída pelo Canal Central com passagem pelas eclusas, Estaleiros da Gafanha, Cais de Pesca, Secas do Bacalhau, Porto Comercial e, Base Aérea de S. Jacinto. Enquanto a vista se extasia com as maravilhosas belezas naturais, o estômago será reconfortado com um aperitivo a bordo. Nota importantíssima – Não há ondulação. Nunca ninguém enjoou. Nem a Madalena. b) Almoço em S. Jacinto - Sopa, caldeirada à Pescador, febras de porco na brasa, sobremesa, vinhos regionais, café. No final do almoço, o regresso será pelas marinhas, podendo ser apreciada a belíssima arte de extracção do sal c) Jantar na Estalagem da Pateira de Fermentelos - Sopa de Legumes, Bacalhau à Pateira, Rojões à Fermentelos, sobremesa ou fruta, água, refrigerantes e vinhos regionais, café e digestivos. Depois do Jantar, haverá um “convívio dançante” na Discoteca privada da Estalagem. d) Dormida (c/pequeno almoço incluído)
2 – PROGRAMA SEM DORMIDA - 52.00 euros
3– APENAS PASSEIO DE BARCO - ALMOÇO INCLUÍDO – 26 euros
4 – APENAS JANTAR NA ESTALAGEM DA PATEIRA – 26 euros NOTAS IMPORTANTES: - Quem preferir ficar sozinho no quarto duplo tem um suplemento de 20 euros - Quem quiser dormir na véspera, dia 28 (sexta para sábado) o quarto custa 60 euros - A Lancha parte às 11.30 horas impreterivelmente. Não espera pelos atrasados! - A Lancha tem uma lotação de 55 lugares. Espera-se que os interessados NÃO SE ATRASEM na reserva dos seus lugares para esse inigualável passeio. PRAZOS DE INSCRIÇÃO E PAGAMENTOS: - Inscrições (ainda que provisórias) até 15 de Setembro. Todas as inscrições devem ser feitas para: instituto.sadabandeira@gmail.com - Pagamentos até ao dia 22 de Setembro para (C.G.Depósitos) :
NIB 003502860000824570041 ou
conta Nº: 0286 008245700
INSCRIÇÕES, DÚVIDAS E CORRESPONDÊNCIA: instituto.sadabandeira@gmail.com
É PROIBIDO FALTAREM
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ESTALAGEM DA PATEIRA**** em Fermentelos
Complexo Turístico implantado na margem poente da Pateira de Fermentelos.“A LAGOA ADORMECIDA” é composta de: 56 quartos - 1 Suite. Equipados com T.V., Frigobar, 2 Programas de música, Telefone directo à rede, Secador de cabelo, Esplanada privativa, Restaurante - Bares - Adega Típica para Grupos - Salões para Congressos e Banquetes - Salão Chá - Sauna - Piscina Aquecida - Piscinas Exteriores - Salão de Jogos - Ginásio - Barcos de Recreio - Gastronomia à base de especialidades.
A mais moderna e acolhedora unidade Hoteleira do Centro do País, onde o sossego é factor preponderante para uma noite repousante e tranquila por vezes inebriada pela sinfonia melodiosa e embaladora do coaxar das rãs.
Ambiente familiar e requintado.
Localizada no Triangulo Aveiro - Águeda - Malaposta tem a auto estrada a 4 Km c/ saída no nó Águeda - Aveiro Sul e fácil acesso à A 25
Chama-se Pateira, porque foi reserva natural e privada do “Rei D. Manuel I” e devido à grande quantidade de Patos nela existente, passaram a chamar-lhe “PATEIRA”. É a maior Lagoa da Península com 529 hectares de superfície. Tem a sua origem no pequeno riacho que nasce na Serra do Buçaco e se chama “CERTIMA”. Com nascentes próprias dá as suas águas ao Rio Águeda. Rica em Fauna e Flora.
As espécies mais abundantes são: Enguia – Carpa – Achigã - Pimpão. Nela se praticam todos os Desportos Náuticos, Caça e Pesca. De realçar a mansidão e o prateado das suas águas, o encantador “Por do Sol”, o “enluarado” espelho de certas noites e o extasiante enquadramento da natureza que foi dotada
RECORDANDO ... ABRANTES (2006)
AVEIRO ... A RIA ... E A SUA BELEZA



















Cidade aquática merecendo o nome de Veneza portuguesa dispõe de um bom porto marítimo, um aeródromo militar e de excelentes ligações, tanto ferroviárias como rodoviárias.







Será a partir deste povoado muralhado que terá nascido extra-muros, separada por um braço da ria, a cidade de Aveiro. A partir do séc. XIX desenvolve-se em direcção à estação dos caminhos-de-ferro. As actividades económicas terão sido desde há muito a pesca, navegação, construção naval, indústria e comércio do sal. Comercializavam-se ainda frutos e cereais e a partir do séc. XVI o bacalhau vindo da Terra Nova. 

Abarca 11 000 hectares, dos quais 6 000 estão permanentemente alagados, desdobra-se em quatro importantes canais ramificados em esteiros que circundam um sem número de ilhas e ilhotes. 

Ainda que tenha vindo a perder, de ano para ano, a importância que já teve na economia aveirense, a produção de sal, utilizando técnicas milenares, é, ainda, uma das actividades tradicionais mais características de Aveiro, havendo, actualmente, dezenas de salinas em laboração. 







domingo, 22 de Julho de 2007
PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - IV
No dia 6 de Outubro desse mesmo ano, os interessados, na companhia do pároco des1ocaram-se à Povoação de Cima, a fim de escolherem um local adequado para erecção da ermida. Apareceu-lhes então o «colono» António Firmino Júnior, propondo a venda de um terreno que possuía à entrada e à direita do actual Parque de Nossa Senhora do Monte. Foi aceite a sua proposta de venda do terreno e da casa que nele existia, tudo pela quantia de 44$380 reis Este mesmo grupo reuniu-se ainda no mesmo dia na residência paroquial, sendo eleita uma comissão constituída pelo pároco na presidência e os seguintes vogais: Pio Alberto Marques de Miranda, João da Ressurreição, Casimiro Caldeira Júnior, Ricardo Rodrigues, António Roque de Freitas e António Rodrigues Brunido, João da Ressurreição e Gualdino da Paixão de Sousa ficaram a desempenhar respectivamente as funções de tesoureiro e secretário.
Aberta uma subscrição pública para angariamento de fundos, a referida Comissão adquiriu o terreno e começou as obras da capelinha. Parte do terreno era cultivado sob a orientação da Comissão de Nossa Senhora do Monte, revertendo os lucros em favor de melhoramentos que se iam efectuando no local. Orientaram as obras de pedreiro Jacinto Rodrigues e as de carpinteiro João da Silva.
As obras iam prosseguindo vagarosamente. E foi junto da capela, ainda em construção, que o mesmo sacerdote celebrou missa campal. em 15 de Agosto de 1902, diante duma imagem de Nossa Senhora da Conceição da Igreja Paroquial. Foram estas as primeiras Festas de Nossa Senhora do Monte, celebradas em Sá da Bandeira.
Entretanto continuavam as obras e os melhoramentos do local e seu acesso. Construiu-se uma estrada e desmatou-se a região. Crescia o entusiasmo entre os habitantes do burgo. A Comissão trabalhava sem descanso para levar a bom termo a sua incumbência. O tesoureiro João da Ressurreição, antes de partir para a sua terra natal em meados de 1903, timbrou em oferecer o baldaquino; o secretário Gualdino da Paixão de Sousa mandou construir à sua custa o altar e José Venâncio Ferreira Rodrigues fez oferta da imagem de Nossa Senhora do Monte, que em cumprimento de um voto, mandou executar na cidade do Porto e que lhe custou 72$000 reis. Esta imagem chegou a Sá da Bandeira em 29 de Junho de 1903. A Companhia dos Dragões do Planalto ofereceu o missal, alguns paramentos e o sino. Em 10 de Julho tomava posse o novo tesoureiro João José Caldeira. enquanto as obras prosseguiam cada vez com mais entusiasmo. Pôde assim concluir-se aquela ermida que custou cerca de 2.200$000 reis, não contando com algumas dadivas em material. O novo pároco, Padre José Martins, devidamente autorizado pelo Bispo de Angola e Congo, procedeu à benção da capela em honra de Nossa Senhora do Monte, em 14 de Agosto de 1903. Do acto solene lavrou-se um auto, que foi assinado na presença de quase toda a «colónia», pelos seguintes nomes: Padre José Martins, Casimiro Caldeira Júnior, João José Caldeira. António Firmino Júnior, Eduardo da Costa e Gualdino da Paixão de Sousa.
No dia seguinte celebraram-se as segundas Festas de Nossa Senhora do Monte: missa cantada, bazar de prendas e mais divertimentos com a presença de muita gente da cidade e de outras localidades de Angola. E as Festas de Nossa Senhora do Monte continuaram a celebrar-se com uma certa imponência, todos os anos no dia 15 de Agosto, por vontade da Comissão, a que continuou a presidir o Padre José Martins que, em 1916 se retirou para a Metrópole.
Entretanto, também a morte foi ceifando os vogais Ricardo Rodrigues, António Rodrigues Brunido, João José Caldeira e Ant6nio Roque de Freitas. Por isso, em 19 de Novembro, foi escolhida nova Comissão constituída pelo novo pároco Padre Claudino de Nazaré Brites, Manuel Joaquim Fernandes, Jaime Caldeira, António da Paixão de Sousa e Joaquim Roque de Freitas, que tomaram posse no fim da missa celebrada na capela de Nossa Senhora do Monte, em 25 de Dezembro.
Em 1919, João Henriques de Azevedo resolveu agregar a si um grupo de cidadãos com o fim de substituir a velha capela por outra mais apropriada a construir no monte. O povo de Sá da Bandeira e dos arredores não se sentiu satisfeito. Os madeirenses pretendiam imitar mais perfeitamente as tradições da sua terra. A capelinha não se podia avistar de longe, como a Senhora do Monte da Madeira. No Parque estava muito escondida. Queriam poder olha-la das suas casas. Desejavam que a Senhora do Monte os visse a trabalhar nos seus campos e contemplasse as suas sementeiras para as abençoar. Ansiavam viver permanentemente sob os olhos de Nossa Senhora do Monte. Esta nova Comissão era constituída pelas seguintes entidades : Dr. Alfredo Lobo das Neves. Américo Manjericão, Emídio Fernandes, Francisco de Meireles, José Maria da Costa Simões. Luís Marques de Miranda e João Henriques de Azevedo, que logo entraram com 900$ cada um para as primeiras despesas a realizar.
João Henriques de Azevedo fez o projecto da actual capela, imitando a traça do templo de Nossa Senhora do Monte, na Madeira. Foi empreiteiro da obra Constantino Roumeliotis, que ergueu a actual ermida. O custo da obra elevou-se a 12.000$00, embora utilizando tijolo e madeira da antiga capela.
A nova ermida ainda em vias de acabamento foi solenemente benzida em 16 de Agosto de 1921, sendo o auto assinado por: Padre Manuel António Dourado, Gualdino da Paixão de Sousa. Casimiro Caldeira, Jaime Mendonça Caldeira, Manuel Joaquim Fernandes e António da Paixão de Sousa. Houve missa cantada pelo Padre Henrique Aucopt e sermão pregado pelo pároco Padre Dourado.
O terreno com a casa do local onde existira a antiga capela foi comprado por João Ricardo por 2 200$00.
Às festas do ano seguinte veio presidir o Vigário Geral da Chela, Padre Benedito Mário Bonnefoux, que celebrou missa solene, acolitado pelos Padres Pedro Topoaz e Manuel António Dourado.
Seguiram-se outras comissões que tomaram a seu cargo a celebração das Festas de Nossa Senhora do Monte, todos os anos. E foi a partir de 1930 que a imagem de Nossa Senhora do Monte, no dia 15 de Agosto, era trazida em procissão da sua capela para outra improvisada no Parque, pois tornava-se difícil a muitos devotos, já velhos, subirem a encosta do monte escalavrado. PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - III
segunda-feira, 16 de Julho de 2007
ONDE ESTÁ O WALLY ?
Quem sabe? pode ser que assim alguém acorde!
sexta-feira, 13 de Julho de 2007
SEXTA-FEIRA ... DIA 13!
sexta-feira, 6 de Julho de 2007
RECORDANDO ... MIRA !!!
Foto 2
PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - II
sexta-feira, 29 de Junho de 2007
PARA APRENDEREM UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE SÁ DA BANDEIRA (LUBANDO) - I
A história de Sá da Bandeira começa naquele dia em que D. José da Câmara Leme viu estender-se ante os seus olhos maravilhados o Vale do Lubango.
Vinha o então Condutor de Obras Públicas Câmara Leme a realizar o seu plano de escalar a serra com uma estrada que encurtasse o trajecto entre Moçâmedes e a Huíla, fugindo às invencíveis dificuldades do acesso ao Planalto pelas portas difíceis do Bruco.
O Vale do Lubango era um paraíso encantado após as securas do deserto do Namibe e as dificuldades tremendas dos precipícios da Chela terrivelmente enrugada. Encontrar agua límpida correndo a sorrir por entre a vegetação viçosa duma bacia hidrográfica abrigada das ventanias pela protecção da serra devia ser para Câmara Leme a sensação mais forte da sua vida. Cresceu-lhe o entusiasmo no peito. Começou a desenhar-se-lhe "um sonho portentoso na fantasia ardente". Com 28 anos de idade punha nos seus pensamentos todo o ardor e entusiasmo da juventude e todo o patriotismo da sua alma dedicada ao engrandecimento de Portugal.
Era o primeiro obstáculo que se erguia contra o sonho de D. José da Câmara Leme. Mas o ilustre funcionário não era homem que desanimasse às primeiras dificuldades. A resposta do Governo-Gcral de Angola só vinha fortificar a sua ideia, pois, no fundo, apoiava a seu projecto. E o simples condutor de Obras Públicas ao serviço do Distrito de Moçâmedes, de área vastíssima e desconhecida, resolve poder o que não podia o mais alto magistrado de Angola.
Alegaria a necessidade duma licença graciosa para retemperar a saúde após a realização do seu projecto de vencer a serrania com uma estrada directa à povoação da Huíla. Não teria vencimentos durante uns meses. Mas a concretização do seu sonho de engrandecimento da Pátria valia bem todos os sacrifícios. O mérito alcançado com a construção da rodovia levada a efeito seria com certeza considerado para deferimento da sua petição, que era justa. Não se enganou nos seus prognósticos. Obteve a graciosa sem vencimentos, como era hábito então.
Em menos de trinta dias realizaram os trabalhos indispensáveis para fazer a inauguração oficial da "Colónia de Sá da Bandeira", em 19 de Janeiro de 1885.
Em 18 de Junho deste mesmo ano embarcou no transporte "África" novo contingente de colonos, cuja selecção já obedeceu a melhor critério. Esta segunda leva de madeirenses chegou ao Lubango exactamente no dia 19 de Agosto de 1885, perfazendo, nesse ano o número global de 428 pessoas.
terça-feira, 19 de Junho de 2007
A PRÓSTATA E O DIVINO
Aproveitando a oportunidade, recorda-se que existe um outro livro deste colega na nossa Biblioteca do Instituto - Estórias D´Aquém e D´Além-Mar. Trata-se de um trabalho literário onde a ficção se cruza com registo da vida real em terras angolanas. Ambos os livros são prefaciados pelo Mário Frota, um moçamedense de corpo e alma.
Se bem se recordam, e avivando a memória dos mais afectados no seu PDI, António Pedro Saraiva Coutinho, colaborou em Angola na Rádio Clube da Huila e na Rádio Comercial de Angola. Já em Portugal, desde 1975, integrou os quadros do pessoal da RDP-Centro.
segunda-feira, 18 de Junho de 2007
ESCLARECIMENTOS
domingo, 10 de Junho de 2007
POSTAIS PARA O ENCONTRO DO DIA 29 DE SETEMBRO/07 NA ZONA DE AVEIRO
ENDEREÇOS ELECTRÓNICOS (AAICSB) - NECESSIDADE EM COMPLETAR A LISTA
Por incrível que possa parecer, da mais de uma centena e tal de endereços para as quais foi enviada a 1ª circular a referir o nosso encontro em 29 de Setembro de 2007, na zona de Aveiro, apenas 33 parecem, aparentemente, ter recebido essa primeira missiva. Pelo menos, foram os únicos que até ao momento, manifestaram a sua recepção, conforme tinha sido solicitado.
Muito embora, apenas 12 endereços tenham sido devolvidos, NADA me faz garantir que todas as restantes tenham chegado ao seu destino e neste momento, a TODOS quantos foi enviado, já saibam a hora e o local do nosso tão esperado convívio.
Espero POR ISSO, que desta vez confirmem a recepção do email.Não custa nada, basta dizer OK (para não perderem muito tempo na resposta.)
Por outro lado, apenas a Nela Abrantes e a Fernanda Couveiro, enviaram alguns endereços de colegas que possuíam na sua agenda. Foram as únicas.
- CONFIRMARAM A RECEPÇÃO
- Ana Couto - Cândida Ferreira - Elizete Oliveira - Emília Barros - Elizete Oliveira - Fernanda Pereira Gomes Couveiro Abreu - Glória Russo - Fátima Idalina Fernandes - Maria Arlete Jardim Mendonça - Maria Teresa dos Santos - Manuela Abrantes - Marinela Amaral - Maria de Fátima Chambele Lopes - Maria de Fatima Morais Salavisa - Maria João Simões - Odete Henrique Areias Nogueira - Salomé Martins Dias - Stélia Godinho
- André Lopes - Augusto Rosa - Belarmino Ribeiro - Carlos Matias - Duarte Ferraz - Fernando Gomes Pinto - Francisco Neto - Hélder Braz - Heriksson - José Alfredo Oliveira - José Lagoa - João Carlos Aleixo - Mário & Zyra Martins - Raul Lopes - Vasco Sousa
- EMAILS DEVOLVIDOS
hamilton_ramalho - isabel.minas - antonio.mateus - esmeralda brunido - c.garcez - igiestas (professor) - imsamonteiro - margareth.ferraz - carlos guedes - mafaldahomem - antonio_teixeira_andrade - julio_pires_sousa (professor) -mariajoão simões
Deixo-vos com a imagens de "casinhas" da praia da Costa Nova (Aveiro)
Madalena
quinta-feira, 24 de Maio de 2007
2007 - ENCONTRO DOS ANTIGOS ALUNOS E PROFESSORES DO INSTITUTO COMERCIAL DE SÁ DA BANDEIRA
Pois é, está encontrada a data e o local, para já o mais importante: Dia 29 de Setembro, num cantinho muito sossegado na bonita zona de Aveiro.
Aguardem então por mais notícias. Até breve!
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